Páginas

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vídeoclipe - Born This Way



Quando eu imaginava o vídeoclipe, eu imaginava algo mais colorido... Mas vindo da Lady Gaga, eu nem me assusto mais...


"This is the manifesto of Mother Monster.
On Goat, a government-owned alien territory and space,

A birth of magnificent and magical proportions took place.
But the birth was not finite. It was infinite.
As the womb slumbered, and the mitosis of the future began,
It was perceived that this infamous moment in life is not temporal, it is eternal.
And thus began the beginning of the new race.
A race within the race of humanity.
A race which bares no prejudice, no judgement, but boundless freedom.
But on that same day, as the eternal mother hovered in the multiverse, another more terrifying birth took place.
The birth of evil.
And as she herself split into two, rotating in agony between two ultimate forces, the pendulum of joice began its dance.
It seems easy to imagine, to gravitate instantly and unwaveringly towards good.
But she wondered: how can I protect something so perfect without evil?
"

"Esse é o manifesto da Mãe Monstro.
Em um espaço e TADG* - território alienígena dominado pelo governo,
Um nascimento de proporções magníficas e mágicas ocorreu.
Mas o nascimento não era finito. Era infinito.
Quando o ventre se abriu e a mitose do futuro começou,
Percebeu-se que esse abominável na vida não era temporal, e sim eterno.
E assim começou o início de uma nova raça.
Uma raça dentro da humanidade.
Uma raça sem preconceitos, sem julgamentos, som uma liberdade sem fronteiras.
Mas nesse mesmo dia, enquanto a mãe eterna desovava no multiverso, um outro nascimento mais assustador aconteceu.
O nascimento do mal.
Enquanto ela se dividia em dois, girando de agonia entre duas forças elementares, o pêndulo da alegria começou a dançar.
Parece fácil imaginar, gravitar instantaneamente em sem desviar em direção ao bem.
Mas ela se perguntou: Como protegerei algo tão perfeito sem o mal?
"


*A cantora inventa a sigla GOAT (que significa "a government-owned alien territory", ou "território alienígena dominado pelo governo", em português). No entanto, como esta não é uma sigla oficial, tive que adaptar segundo a tradução do site Vagalume, que é uma tradução mais próxima da intro.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

DiK de Sábado #3

DiK de Sábado #3
The Sims 3


Faz um tempaço que eu já comprei esse jogo, mas só agora que eu resolvi falar sobre ele... Enfim, a 3ª geração do jogo de simulador de vida The Sims pode ser considerada como uma das melhores, por quê? Confira as razões abaixo:

# Crie Sims REALMENTE Únicos
Você pode criar um sim com traços únicos e modificar cada mínimo detalhe do rosto dele, sem falar da maquiagem, cabelos e até mesmo roupas personalizadas
# Personalidade Própria
Agora você não precisa escolher o signo do seu Sim, agora você irá escolher a personalidade dele, como: Ambicioso, Galanteador, Azarado, Ama o Ar Livre... entre outros
# Personalize TUDO
Se já não bastava personalizar 100% seu Sim, você pode personalizar, móveis, papéis de parede, chão, fazendo tudo de acordo com seu gosto
# Vizinhança Diferente
Mesmo não podendo escolher entre vizinhanças, como no The Sims 2 - o que é mudado de acordo quando você adiciona expansões para o The Sims 3 - Você pode jogar em Sunset Valley, e praticamente no passado, tanto que quando estiver andando pela vizinhança, você pode acabar trombando com ninguém mais, ninguém menos do que Laura Caixão... CRIANÇA. Sem falar que tem uma inifinidade de lugares para ir...

# O Tempo não Para
Uma coisa legal sobre o The Sims 3 é que o tempo não passa exclusivamente na sua casa, ele passa na vizinhança inteira, ou seja, você e seus amigos vizinhos poderão envelhecer juntos...
Enfim, essas são só algumas das mais diversas atrações que o jogo pode oferecer!

Para abrir a Galeria!

Olá, pessoal! Antes que a página Galeria enchesse de teia de aranha eu resolvei estriea-lá hoje com o meu primeiro de desenho da aula de Arte, que pelo meu empenho, ganhei um belo 10...


Eu me inspirei no meu quarto para fazer os móveis... E antes que vocês perguntem o que é aquela coisa roxa, é uma espécie de saia que fica aberta na frente a atrás, tipo a roupa da Sakura Haruno ou da Ino Yamanaka no Naruto Shippuden, só que mais longa.
A história desse desenho foi basicamente essa...
Como muitas pessoas reclamavam sobre não ter o que desenhar, a Angela-sensei fez uma dinâmina com a sala: escrevesse um substantivo num pedacinho de papel.
Então eu escrevi: Livro.
Logo depois ela fez sorteio e eu peguei a Palavra ventilador... o que pode ser observado no desenho acima...
Dá para perceber que eu não sou aquele mangaká, mas eu tento me esforçar o máximo que eu posso...
Abaixo seguem mais alguns desenhos que eu fiz:


Uma série Vocaloid que eu fiz, são futuras personagens do meu livro, mas mesmo assim eu resolvei colocá-las...
Vocaloid 01 - Sakura 
Vocaloid 02 - Kyou
Vocaloid 03 - Hikari
Vocaloid 04 - Yuki
Vocaloid 05 - Yura


Uma garota estilosa


Amigas de Lenne (FFX-2)


Yuna no FFX e no FFX-2


Katsuragi, personagem do meu livro


Capa de Arte 2010


Projeto de Arte

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Show do Paramore em Porto Alegre 22/2/2011

O Post final da cobertura dos Shows do Paramore no Brasil! 
Todos os créditos vão para estes sites:
Fotos
Foto que encerrou a passagem da banda pelo Brasil

Resto das fotos aqui

Setlist

Ignorance
Feeling Sorry
That’s What You Get
For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic
Emergency
Playing God
Careful
Decode
In The Morning (acústico)
When It Rains (acústico)
Where the Lines Overlap (acústico)
Misguided Ghosts (acústico)
Crushcrushcrush
Pressure
Looking Up
The Only Exception Bis
Brick By Boring Brick
Misery Business

Babados

Paramore com muita moral com o público gaúcho
Confira abaixo a matéria do site ‘Qual é a boa?’ sobre o show em Porto Alegre.
Depois da saída dos irmãos Farro, Josh e Zac, ninguém sabia qual ia ser o caminho que o Paramore ia tomar. Existiu até boatos de que esta seria a última turnê da banda de Hayley Williams, desmentido pela própria no último show da turnê Brand New Eyes no Brasil. A ruiva gritou a plenos pulmões que “não vai demorar mais três anos para voltar para o Brasil, porque é muito tempo”. Comparado ao show de 2008, o Paramore amadureceu muito, ganhou novos fãs, a Hayley aprendeu a usar o palco, se comunicar com o público e ser mais extrovertida. Uma frontwoman que dá de dez a zero em muito machão em frente de banda por aí.
Antes do Paramore teve o show da Doyoulike, com muita presença, os guris que são sensação no cenário musical fizeram um show de personalidade, tomando conta do público durante aqueles minutos, inclusive fazendo todo mundo cantar ao som de Bom Dia, para encerrar a apresentação. O vocalista, Érico, ainda fez uma brincadeira no fim lembrando a galera que ainda tinha Paramore, para mostrar o quão a vontade eles estavam.
Hayley Williams, acompanhada de Jeremy Davis, Taylor York, Josh Freese, Justin York e Jon Howard, subiu ao palco uns cinco minutos depois da hora marcada, mostrando respeito aos fãs que já estavam esperando desde sexta-feira (18) na frente do Pepsi On Stage. Paramore abriu os trabalhos em um ritmo forte com Ignorance logo no início, provando que não iam diferenciar no set list. Para manter o frenesi da galera, veio Feeling Sorry seguida de That’s What You Get, canção tirada do álbum Riot! que lançou a banda ao mundo. Como é uma das mais conhecidas, esta foi cantada em coro, apenas com o apoio vocal da Hayley, que ensaiava uma dancinha no palco e se mexia muito.
Aquele pessoal que chega cedo e esquece que precisa se alimentar direito para poder assistir o show sem se preocupar começou a aparecer. Seguranças surgiram para tirar pessoas que estavam se sentindo mal do bolo de pessoas que havia formado na frente do palco. Mezanino e a frente do palco estavam cheios, mas tinha um espaço considerável para conseguir transitar. O Pepsi On Stage não lotou, sequer encheu.
O show não podia parar, então Hayley emendou mais uma do disco Riot, For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic e puxou da memória dos fãs mais empolgados a música Emergency, do primeiro álbum da banda, escrito quase que por completo por Josh Farro, All We Know is Falling. E quem disse que ela pretendia parar por aí? Playing God agitou a galera, seguida de Pressure, mais uma do primeiro disco. Para fechar o primeiro “bloco” do show veio Careful e Decode, do novo álbum.
Decode é aquela tipo de música que traz milhares de fãs novos, afinal é a trilha sonora de Crepúsculo. Câmeras, celulares e qualquer coisa que pudesse registrar o momento foram erguidos na multidão para marcar o momento para a posteridade, ou simplesmente colocar no youtube. Mas aposto que dá para fazer uma reconstrução dessa música só com as gravações do pessoal que tava por lá. E assim terminou a primeira parte do show, quando a Hayley resolveu conversar e a única resposta que tinha de volta era “ÊÊÊÊÊÊ” e “WE LOVE PARAMORE” ou “WE ARE PARAMORE”. A vocalista foi muito simpática dando as boas vindas para “os novos membros da família” e agradecendo ao público por ir ao show e comprar os álbuns da banda.
Depois de Decode, o Paramore começou uma sessão acústica no palco do Pepsi, com um mix de músicas dos dois últimos álbuns, mas abrindo com In The Morning, que ela anunciou ser uma nova música, mesmo assim sendo bem acompanhada pela galera. Logo depois veio When It Rains, do Riot!, Where the Lines Overlap, com a participação das palmas do público, fechando com Misguided Ghosts, do Brand New Eyes.
Logo que acabou as músicas acústicas, a Hayley chamou a galera para dançar a próxima música que eles apresentariam. E Porto Alegre respondeu. Em troca, a cantora veio com Crushcrushcrush, um dos singles do álbum Riot!, com uma disposição de dar inveja para muitos, a ruiva acompanhou a galera com pulos, gritos e muito entusiasmo. Pressure veio para encerrar as músicas antigas, seguida de Looking Up.
O show já estava no final e ainda faltava a música mais esperada da noite para muitos que foram até lá: The Only Exception. O hit do Brand New Eyes. E veio. No seu formato balada, entrando aos poucos, invadindo a cabeça da galera e levando muita gente ao choro coletivo, outros às declarações, mas todos cantando junto. Quando a banda saiu do palco, não demorou nem cinco minutos para eles voltarem. E voltaram com Brick By Boring Brick, levantando novamente a galera que havia se debulhado em lágrimas na música anterior. Incrível como os sentimentos das pessoas ficam à flor da pele em apresentações como esta.
Para encerrar de vez o show, com um gostinho de quero mais – e quero logo -, os acordes de Misery Business ressoaram no Pepsi On Stage, o maior hit deles foi cantado em coro até surgir a maior surpresa da noite. Pouco antes de ir para o show, falei no Twitter que esperava que a Hayley me surpreendesse e eu tive que esperar até a última música para ver algo fora do normal.
Pelo que li dos outros shows, não lembro de comentarem de chamarem um fã para o palco. Pois bem na frente do palco do Pepsi existia um fã com um cartaz que dizia exatamanete isto "Call me to Sing", e o pedido dele foi atendido, para o delírio dele e de todas as pessoas no local. O guri tomou conta do microfone, entrou super bem, mostrou presença de palco, abraçou a Hayley, chamou a galera pra cantar junto. Uma apresentação extremamente profissional, com gana, vontade como muito pouco se vê por aí.
Ele que encerrou o show. Segurou a galera no grito e fez valer a pena ter subido naquele palco. Com nenhuma vergonha, cantou como nenhum fã fez antes. Não duvido que ele não tenha saído de lá com um contato profissional de um olheiro, produtor ou gravadora. E fez por merecer. Palmas para a Hayley que tomou a iniciativa de convidá-lo para o palco. Palmas para o garoto, que mostrou o potencial que tem para mais de duas mil pessoas, encerrando um show internacional.

Vídeos


Paramore convida o pessoal para o show em Porto Alegre


Ignorance


That's What You Get


Where The Lines Overlap


Playing God


Decode


Crushcrushcrush


Misery Business


In The Mourning

Bye Paramore!!! Espero vê-los em breve... Quando eu finalmente puder ir em um de seus show no Brasil!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Show do Paramore em São Paulo 20/2/2011

Yay, yay, YAY! Vamos continuar com a cobertura geral!
Todos os créditos vão para os sites:
Fotos
 
"Esse é um como com um canudo nele ( Água de coco brasileira refrescante! Aproveite)"
  "Ganhadores do Meet and Greet do merchan de São Paulo"
"Olhem quem planejou a roupa deles pra hoje... muito empenho!"

"São Paulo 21/02/2011"

"Sim!! Estou amando vestir azul petróleo nesse tour. Não que isso importe pra alguém, mas pra mim..."
Destaque para a bandeira do Brasil com símbolo atual da Banda, a Borboleta

Taylor e Jeremy
 Uma das palhetas que a banda jogou durante o Show (EU QUEROOO!)


Setlist

Dá para perceber que está escrito em letra de mão, o que parece ser um pequenino trecho da música My Heart, a única canção que a banda cantou que pertence ao seu primeiro CD, All We Know is Falling.

Babados

Review do Concerto pela mídia
O Paramore levou mais de 7 mil pessoas a loucura no Credicard Hall em São Paulo com entre tudo muitas surpresas como My Heart. Confira o que os jornais falaram sobre o concerto:

Jornal do Brasil- Paramore faz show memorável em SP
R7- Paramore leva fãs para cantar e tocar guitarra em SP
O Dia - De acústico a vibrante, Paramore faz show memorável em São Paulo
EPTV- Com nova formação, Paramore tem boa performance em SP
Vagalume- Veja como foi o show do Paramore em São Paulo
Os Paparazzi- Novo Paramore conquista fãs em show em São Paulo
Contigo!- Pontual, Paramore não desaponta os fãs em São Paulo
G1- Com pose e eficiência, Paramore não sente falta de ex-integrantes
Estadão- Paramore faz show vibrante em São Paulo
Virgula- Paramore lota show em São Paulo e leva fãs à loucura
Paramore faz Show Memorável em SP
O Jornal do Brasil publicou uma reportagem hoje, sobre o show em São Paulo. Confira a matéria abaixo:
SÃO PAULO – O penúltimo show da turnê brasileira do Paramore, em nova formação, foi praticamente idêntico ao das outras capitais, neste domingo, em São Paulo, que teve abertura da banda Fake Number. Exceto pela música My Heart, do CD All We Know is Falling (2005), que foi acrescentada ao setlist a pedido dos fãs. Eles organizaram três tentativas – até então frustradas – ao gritar o nome da música e cantar trechos até que a banda, no encore, cedeu ao pedido dos paulistas. A apresentação passeou pelos três álbuns de estúdio lançados, com 19 músicas, em pouco mais de 1h30 de interação.
O show começou pontualmente às 20h para um Credicard Hall com 7 mil pessoas, lotado – e ingressos esgotados há tempos – de um público diversificado, que ia desde pais e avós que levaram filhos e netos até adolescentes, no auge da acne, com looks moderninhos e camisetas descoladas, muitas alusivas ao grupo. E também garotas imitando a vocalista Hayley Williams, minicovers ostentando cabelos pouco compridos e vermelhos. Na pista VIP, havia gente empunhando cartazes em forma de coração, declarando amor à banda, ou apenas dizendo ser aquele o dia mais feliz de suas vidas.
Apesar do tamanho (1,58 de altura), a vocalista Hayley Williams domina o palco como gente grande: vai de um canto a outro, interage com o público e com os outros integrantes, chacoalha a cabeça, brinca com o pedestal – fingindo fazer o exercício que na musculação é chamado de supino -, faz caras e bocas, exprime sua dor em uma simples careta ou ao cerrar a mão e trazê-la contra o peito. E não só ela: em momento de mais animação, o baixista Jeremy Davis e o guitarrista Taylor York fazem acrobacias, dando cambalhotas mortais.
Com um microfone da cor de seu cabelo em mãos, entrou no palco dando socos no ar, com uma blusinha verde, calça preta modelo ’skinny’ e um tênis ’sneaker’. O público foi saudado com Ignorance e até a última música, não parou de cantar e pular até a exaustão. Antes da segunda Feeling Sorry, recebeu das mãos do público uma bandeira do Brasil assinada por fãs e enrolou na cintura, hora em que soltou as primeiras palavras: “Ei, Brasil”, em inglês para um público enérgico, que não parou de gritar um minuto sequer. Ela pedia para os fãs acompanharem o refrão, fazendo cara de quem não acreditava no que estava presenciando e deu um ‘tchauzinho’ de boas vindas. “Vocês estão prontos? Nós somos o Paramore”, exclamou.
Os acordes anunciavam That’s What You Get, quando o fundo do palco foi tomado por um enorme pano, que cobria todo o cenário com a assinatura da banda. No primeiro segundo depois de “No sir”, Hayley comandou o coro na primeira estrofe. “Obrigada”‘, disse ela em português, prosseguindo em seu idioma de origem: “oh, meu Deus! Três anos! Estamos muito felizes de estar aqui na cidade, no País de vocês… É inacreditável! Temos muitas músicas para cantar, espero que gostem. Gostam de músicas rápidas, indagou, disparando: “então provem”.
Em Decode, acenou para o público que estava nas arquibancadas superiores, e luzes verdes faziam lembrar do videoclipe que se passa em uma floresta e de onde você pensa ter ouvido essa trilha: da saga vampiresca dos cinemas Crepúsculo.
Uma pequena pausa para reposicionar a banda e a plateia grita insanamente. A musa adolescente então aparece: “estão se divertindo? Vocês são incríveis”, comentou, explicando que naquele momento iam tocar uma nova música que lembra a terra natal deles, no Tenesse, Estados Unidos. “Cantem, se souberem. Chama-se In The Mourning. O momento precedia um posterior banquinho e violão com todos os membros sentados no centro do palco.
Mais um diálogo de Hayley: “vocês são incríveis, obrigado por cantarem junto comigo. Vocês estiveram esperando esse show esses três anos? Porque nós sim! Esta é a segunda vez que viemos a São Paulo, prometo que não vai demorar para voltarmos”, e ofereceu Where The Lines Overleap para os amigos, família e fãs ao redor do globo. Hayley agradeceu aos fãs, dizendo que não acredita na morte da indústria fonográfica: “vejo essa vivacidade estampada no rosto de vocês. Aos que compraram nosso último álbum, essa é para vocês”, destacando Misguided Ghosts.
A banda saiu do palco e voltou com a frontwoman afirmando que São Paulo já tinha provado que podia cantar, mas ela queria ver agora a plateia dançando. O pedido foi atendido ao som de Crushcrushcrush, e Hayley até ensaiou uma rebolada para animar a galera. Em Pressure pediu para jogar os braços para cima, de um lado para o outro.
Hayley pediu que o público aplaudisse a banda de abertura Fake Number, que disse ter conhecido os membros na última passagem pelo Brasil. E, por isso, surgiu o convite para eles abrirem a apresentação paulista.
De olhos fechados, Hailey começou a cantar The Only Exception, enquanto a plateia acendia seus celulares e estendia o braço para cima, com movimentos de um lado para outro – algumas pessoas sacaram de seus bolsos isqueiros, enquanto os mais moderninhos, usavam bolas coloridas com LED (Diodo Emissor de Luz) piscante.
Na última música, Hayley mostrou um microfone e disse que aquele representaria cada um dos fãs e chamou dois deles para o palco: um para acompanhá-la no vocal, o outro para assumir a guitarra. Aquele que ela chamou de “novo Hayley” é o estudante de 19 anos Leivison Rosa, de Uberaba, Minas Gerais. Ele foi escolhido por meio do fã-clube oficial da banda, em uma promoção do espaço chamado Meet and Greeting. Ele cantou uma estrofe de Misery Business, última música para os paulistas que levarão consigo a lembrança memorável de ter conseguido interferir no setlist já fechado pelo grupo.
Marcava 21h35 no relógio, quando Hayley e asseclas dominaram a frente do palco e se curvaram ao público em sinal de agradecimento. Agarrada no baixista Jeremy Davis pela barriga, Hayley saiu do palco arrastando o companheiro até a coxia.
Depois da saída dos irmãos Farro, em 2010, esta é a primeira aparição do grupo com a adição de Justin York (guitarra) e Josh Freese (bateria). Completam a banda Taylor York (guitarra base) e Jeremy Davis (baixo). Desde o dia 16 no País com essa nova formação, quando iniciou a turnê em Brasília, o grupo já passou por Belo Horizonte (17) e Rio de Janeiro (19). Encerra a turnê em Porto Alegre (22) no Teatro Bourbon.
 Grupo americano apresentou novos integrantes e agradeceu banda brasileira no palco
O Portal R7 fez uma resenha do Show de São Paulo, confira o texto abaixo:
O Paramore teve um retorno memorável ao Brasil.
A banda americana fez o penúltimo show da turnê nacional neste domingo (20), a segunda pelo país, em show lotado no Credicard Hall, em São Paulo.
Pontualmente às 20h, o grupo subiu ao palco com Ignorance, e foi recebida por uma plateia ensandecida e ansiosa, após uma espera de três anos desde a primeira aparição da banda no país.
Neste intervalo, a cantora Hayley Williams e seus colegas lançaram mais um disco e montaram uma coleção de hits.
Na sequência, tocaram Feeling Sorry, That’s What You Get, For a Pessimist, Emergency, Playing Good, Careful e Decore, mesclando faixas dos dois álbuns mais recentes.
Assim como em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o miolo do show foi premiado por uma sequência acústica.
Nele, a banda apresentou a nova In The Morning, primeira composição da nova formação do grupo sem os irmãos Farro [Josh e Zac], que saíram no final do ano passado.
O fanatismo brasileiro pelo Paramore parece não ter sido muito abalado com a ausência dos dois.
No lugar deles, o baterista Josh Freese e o guitarrista Jon Howard foram discretos e ficaram afastados da frente do palco.
Ao serem apresentados ao público pela vocalista, porém, foram recebidos aos gritos.
Hayley, alías, mostrou ao vivo tudo o que se ouve nos álbuns e se vê nos clipes.
Agudos muito bem executados e a mesma presença agitada e forte no palco, capturando todas as atenções, com a ajuda de seu famoso e inconfundível cabelo colorido, atualmente vermelho.
Ela ainda fez questão de pedir ao público para ovacionar a banda de abertura, Fake Number.
O grupo paulista têm o Paramore como maior referência e encontrou os americanos por aqui em 2008.
Mas somente agora tiveram o prazer de dividir o palco com os seus heróis no Rio e em São Paulo.
De volta às guitarras elétricas, Crush, Crush, Crush veio antes de Pressure e Looking Up.
Um dos pontos altos da noite ficou com o sucesso The Only Exception.
Nos quatro andares do Credicard Hall, celulares brilhavam carregados por mãos sincronizadas, que iam de um lado para o outro, juntas de um belo coro de vozes.
Após a banda deixar o palco, quando parecia que nada mais poderia acontecer para superar o momento descrito acima, eis que Hayley chama dois fãs (já pré-selecionados) para o palco.
E, mesmo que só por uma música, eles podem dizer que já tocaram com o Paramore.
São eles Luvilson Rosa e Frederico Mantovani, ambos de 19 anos, que fizeram parte de um seleto grupo do fã clube brasileiro e conheceram a banda pouco antes do show.
O Paramore gostou dos dois e os escolheu para cantar e tocar guitarra, respectivamente, em Brick By Boring Brick.
Ao contrário dos outros shows no país, Luvilson foi o único homem a realizar o dueto com Hayley – nos outros, foram mulheres.
Ele veio de Uberlândia e enfrentou sete horas na estrada antes de presentear a vocalista do grupo com uma bíblia.
Ao R7, o fã contou que a emoção era tanta que já estava a ponto de ter uma parada cardíaca minutos antes de receber um microfone amarelo das mãos de Hayley.
Frederico Mantovani também encontrou seus ídolos antes do show.
Ele presenteou todos com camisetas personalizadas com frases de várias músicas da banda e um DVD dele e da irmã de 8 anos tocando músicas do Paramore em casa.
Não satisfeito, pediu pessoalmente para assumir a guitarra.
- Fiz o pedido e a Hayley, o Jeremy e o Taylor se entreolharam, disseram ok e o produtor já veio falar comigo.
A banda fechou a noite com o primeiro sucesso da carreira, Misery Business.
Satisfeito, o público aplaudiu e gritou muito quando o quinteto foi à frente do palco agradecer pela grande noite.
Para quem não viu, a última parada brasileira neste ano será em Porto Alegre, terça-feira (22).
Ou em uma próxima vez, que, se depender da energia trocada entre banda e fãs, será muito em breve.
Vídeos
Como Taylor se sente na South America Tour

Hayley postou mais um vídeo no Tumblr, mostrando o Paramore no camarim do show (em São Paulo). Eles agradecem a presença do público nos shows, dizem que a turnê na América do Sul está sendo maravilhosa, além de uma declaração de amor do Jeremy no final da gravação.
o Epic Encore tanto pedido, foi feito: My Heart!
You are... The Only Exception...
A Supernovíssima canção: In The Mourning

When it Rais! Take these chances to turn it around, And take these chances and make it somehow...
Take these chances to turn it around...
Just turn it around...
We are just... Misguided Ghosts...
PARAMOREEEEE!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Enquete

Não sei se alguém reparou, mas eu fiz uma enquete que acaba em 33 dias... 
É sobre a mudança de nome do blog...
Quando eu criei esse blog a idéia era só para falar sobre meu livro, tanto que o título era Platina por isso...
Mas sabe quando você se envolve tanto, que percebe que tem algo errado...?
Por isso que eu decidi mudar o nome do meu blog para:
My Safest Heaven
Se vocês concordarem com a enquete ao lado, o blog passará por outra reforma...
(P0rr@! DENOVO?)
ÉÉÉÉÉÉ... Sou bem Alternativo... 
T-T
E bem estranho de vez em quando...
Se quiserem saber + sobre meu livro visitem a página "Platina" no topo do blog!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Surpresa no Show de SP do Paramore Hoje!

O site ParamoreBR começou a divulgar uma surpresa para o show de São Paulo. Leia o post e entenda :

"Gente, estamos planejando fazer uma surpresa no show de São Paulo. Toda a galera do twitter já apoiou e amanhã na fila vamos reforçar a ideia!
Quando acabar Misguided Ghosts, queremos ver TO-DO MUN-DO puxando a música My Heart DO COMEÇO (I am finding out.. that maybe I was wrong.. etc) ATÉ A HAYLEY se manifestar de alguma maneira (cantando junto ou etc.)
Divulguem isso o máximo que puderem, vamos dar RT na notícia e espalhar pro pessoal que for pro show."
Então, comece a divulgar loucamente isso. Os fãs de São Paulo merecem, já que no último show , a banda não cantou "My Heart" na capital paulista.
パラレ だいすき!!!
Love Paramore!!!

Show do Paramore no Rio de Janeiro 19/2/2011

Vamos continuar com a cobertura completa da banda enquanto estiverem passando aqui pelo Brasil *-*
Todos os créditos vão para os sites:
Fotos
A Banda chegando em um hotem no RJ

Jeremy pulando de um pedra

Hayley Williams com uma fã (Sortuda...)

Foto da banda antes de vir para o Brasil

A Primeira foto do Show

Hayley DIVA!


HAYLEY!!!

Babados

Paramore está pronto para lançar nova música este verão
Os roqueiros de Ignorance- os quais tiveram que recentemente superar uma separação amarga do guitarrista e baterista Josh e Zac Farro- disse que estão olhando ansiosos para mostrar ao mundo o novo material e o novo guitarrista Taylor York o quanto breve possível.

A vocalista Hayley Williams disse ao website AOL Mucis: " Nós vamos a América do Sul para fazer uma turnê, e quando nós voltarmos, esperamos gravar várias músicas para lançar durante o verão.
Todos os detalhes ainda não estão acertados, mas nós definitivamente queremos lançar nossa nova faixa "In The Mourning' e algumas outras antes de lançarmos um disco"

Hayley e Taylor lançaram previamente a demo deles tocando uma parte de In The Mourning, mas Hayley afirmou que esse leve tom não representa todo o material que o grupo tem trabalhado.

Ela disse: "Não é uma boa indicação de todas as músicas. Só quem sabe uma boa indicação do crescimento que estamos experimentando agora.Definitivamente vai ter músicas pesadas."
Enquanto isso, o produtor Rob Cavallo- que trabalhou com o album Brand New Eyes, afirma que a nova disposição tem dado a eles "uma motivação extra"

Ele disse:"Eu estou bem orgulhoso por eles me escolherem para fazer essa transição e quando eu ouvi as primeiras demos, eu pirei completamente.É definitivamente uma motivação extra"
Fake Number fala sobre Paramore
Após um abaixo-assinado com 7 mil nomes, a Time For Fun, empresa responsável pela vinda do Paramore ao Brasil anunciou na semana passada que a abertura dos shows da banda americana em São Paulo e no Rio de Janeiro ficaria por conta do quarteto paulista Fake Number
Formado em Lorena, em 2006, o grupo atualmente é formado por Elektra (vocal), Pinguim (guitarra), Andre (bateria) e Marcus (guitarra). A Fake Number ficou conhecida pelo disco que leva o nome da banda, lançado pela Arsenal Music, em 2007.
A vocalista Lívia Xavier, mais conhecida como Elektra, conversou com a VEJA SÃO PAULO sobre as expectativas do show.
Veja São Paulo — Como você conheceu o Paramore?
Elektra — Sempre gostamos da banda. No começo chegamos a fazer alguns covers deles, como “Crushcrushcrush” e “That’s What You Get”, e os citamos como influência o tempo todo. Quando eles vieram para cá pela primeira vez (em 2008), eu os conheci pessoalmente e entreguei uma camiseta do Fake Number. A Hayley usou e foi superlegal! Muitos fãs nossos começaram a ouvir Paramore por causa da gente, e vice-versa.
Veja São Paulo — Como surgiu o convite para abrirem o show?
Elektra — Mandamos o material para a Time For Fun. Não estávamos muito esperançosos, então fizemos a maior campanha, unimos 7 mil assinaturas em um abaixo-assinado, fizemos vídeos e na semana passada recebemos um e-mail falando que a produção do Paramore tinha escolhido a gente para abrir os shows do Rio e São Paulo. Foi demais!
Veja São Paulo — Qual a expectativa da Fake Number para as apresentações?
Estamos muito nervosos! A gente não sabe o que esperar, porque ao mesmo tempo que tem fãs que gostam de nós, há muita gente que não gosta por achar que é cópia. Não somos, eles são uma influência. Mas a gente vai subir lá e fazer nosso trabalho, mostrar como é a Fake Number pra que quem não gosta possa tirar as próprias conclusões.
Veja São Paulo — O que você espera do show do Paramore com a nova formação?
Elektra —
Confesso que estou ansiosa pra ver como vai ser, mas tenho certeza que não vai piorar em nada, eles não fariam isso. Aposto que os caras que substituíram devem ser muito bons também.
Veja São Paulo — Quais os próximos planos da Fake Number?
Elektra — Vamos gravar o clipe de “4 mil horas”, que ainda é do CD antigo, porque prometemos para os fãs. Estamos preparando músicas novas e vamos lançar algumas na internet. Acredito que até o fim do ano vamos lançar um novo CD.

Review Geral do Show
O Site Paramore And More colocou uma Review do Show, confiram abaixo, tem muitas coisas interessantes, especialmente no final:
Muito melhor do que todos esperavam. Esse pareceu ser o sentimento geral entre os fãs depois da apresentação da banda Paramore que lotou a casa de show 'Citibank Hall' no Rio de Janeiro. Quem achava que ia ver um show fraco depois da demissão dos irmãos Josh e Zac Faro se surpreendeu na noite desse sábado. Com uma presença de palco incrível a vocalista Hayley Willians e seus companheiros fizeram todo mundo cantar, pular e até dançar a noite inteira. O show contou com cambalhotas mortais do baixista Jeremy Davis e do guitarrista Taylor York. E como se toda a animação não fosse suficiente, duas fãs tocaram junto com a banda.

Pontual, a Paramore entrou no palco às 22:30h e a partir de 'Ignorance', sucesso que abriu a noite, os corpos não pararam de se mexer, as câmeras, de tirar fotos e os fãs, de cantar. Bom para a baiana Laís Brandão de 20 anos, que desde o primeiro dia de venda  dos ingressos, já se preparava para curtir o show. Depois de ganhar o ingresso de sua amiga Liliane Costa, as duas vieram de Salvador só para conferir os sucessos da banda. Laís que é vendedora de um shopping perto de onde mora, trabalhou dobrado para conseguir viajar: "Ela passou dezembro inteiro dobrando todos os dias no trabalho e usou as folgas que conseguiu para vir para o Rio ver a Paramore", contou Liliane.

E não foram só as duas baianas que viajaram para ver a banda. Na fila enorme que se formou pelo estacionamento do shopping 'Via Parque', encontrava-se pessoas de vários lugares do Rio e do Brasil. Uma delas foi João Felipe, que veio de Friburgo com um grupo de amigos e conseguiu tirar fotos com os novos integrantes da banda. Justin York, irmão de Taylor, que substituiu Josh Faro na guitarra; e Josh Freese, que ocupou a bateria no lugar de Zac, vieram falar com os fãs: " A gente estava lá atrás, perto de onde eles ficam antes do show e os dois vieram falar com a gente", contou João, que afirmou ainda esperar pela oportunidade de vê-los no palco desde o primeiro show que ocorreu no Rio, em 2008: "Na época eu não tinha companhia para vir e não pude vir sozinho". Depois da apresentação, o friburguense, que ficou totalmente ensopado de suor de tanto pular, disse ter finalmente realizado seu sonho.

E a apresentação no Rio mostrou empolgação mútua, da banda e dos fãs. Hayley Williams provou que tem carisma e conversou muito com o público, dançou o tempo todo e convidou todos a dançarem juntos antes da música 'Crush crush crush'. Recebendo somente respostas positivas para as perguntas, a vocalista gritava: "Vocês sabem dançar?", "Vocês prometem que não vão parar de dançar até a próxima música acabar?", "Então nós temos um acordo". Vindos de Franklin, Tennessee, a banda ainda falou sobre o clima quente do Rio: "É muito quente aqui, mas nós amamos porque lá de onde viemos é muito frio e está sempre nevando", brincou Hayley.

Num dos melhores momentos da passagem pela cidade, a banda saiu do palco e os fãs incansáveis começaram a bater palmas e a cantar uma parte da música "Brick by boring brick", faixa do novo álbum. Emocionados, os integrantes voltaram e mudaram a ordem do setlist para tocar a música para o público. O tempo todo Hayley Williams convidava todos a cantar: "Vocês conhecem esse som?", "Então provem isso" e lá iam todos acompanhar a bela vocalista. Para encerrar a noite, a música escolhida foi um dos primeiros sucessos da banda, 'Misery business'. Surpreendendo a todos, Hayley chamou no palco duas fãs que segundo ela, "disseram que sabiam tocar a música muito bem". Uma no microfone e a outra na guitarra, as duas arrasaram e levantaram o público junto com o resto da banda.

Já nas primeiras músicas, Hayley não parava de repetir como estava feliz com a apresentação e para a alegria dos fãs perguntou: "Qual é o problema com a gente? Eu prometo que não vamos demorar três anos para voltar da próxima vez (...) é muito divertido tocar aqui". O primeiro show da banda foi em outubro de 2008 e igualmente arrastou uma multidão para conferir os sucessos dos primeiro álbuns 'Riot!' e 'All we know is falling".

Para quem não conseguiu ir ao show, a boa notícia é que o grupo prometeu voltar em breve ao país. A passagem pelo Brasil foi parte dos cinco shows do repertório do disco Brand New Eyes, lançado em 2009 e o grupo ainda se apresenta em São Paulo neste domingo (20) e depois em Porto Alegre, na terça-feira (22).
Vídeos
Infelizmente, não há muitos vídeos desse show T-T



Ontem no show do Rio de Janeiro, Hayley chamou duas fãs ao palco no final de Misery Business, uma para cantar e outra para substituir o Taylor


Cantando Decode


Ainda vai chegar a minha vez de ir em um show deles!



sábado, 19 de fevereiro de 2011

DiK de Sábado #2

DiK de Sábado #2
Show do Paramore


Eu não vou no show em São Paulo... Mas queria ter essa coragem da garota que fugiu de casa para ir ao show em BH, mas posso ter muita certeza de que o show é de mais e é ÓTIMO!
Se você curte um Rock Alternativo, PARAMORE É PARA VOCÊ!

Show do Paramore em Belo Horizonte 17/2/2011

Hora da Cobertura do Show em BH
Todos os créditos vão para os sites:
Fotos do Show
Você pode ver o resto das fotos nesse link:
http://paramore.com.br/galeria/thumbnails.php?album=578


Setlist

Praticamente a mesma da de Brasilia
Babados
Fã foge de casa para assistir ao show do Paramore
Quando Karina de Oliveira, 14 anos, saiu de casa, em Vitória, no Espírito Santo, na quarta de manhã, seus pais estavam convencidos que a menina iria para a escola. Porém, Karina já estava com a mochila pronta para fazer uma viagem. Ela foi a Belo Horizonte ver o show do Paramore. Ela chegou na rodoviária, comprou a passagem e passou as próximas horas dentro de um ônibus a caminho da capital mineira. “Eu pedi para ir ao show duas vezes. E eles falaram que não, que era semana letiva. Aí eu fiquei na minha. Fui guardando o dinheiro e, ontem, eu deixei um bilhete explicando o que tinha feito”, contou. Karina chegou a Belo Horizonte às 17h da quarta-feira, dia 16. Ela foi para uma “pousada” e, pouco depois, recebeu uma ligação. “Eles falaram que eram da rodoviária, que eu tinha esquecido uma bolsinha lá. Eu sabia que era mentira. Eu só tinha uma bolsa e não larguei ela”, disse.

Quem estava ligando era, na verdade, a polícia, que foi acionada por um amigo dos pais da garota em Belo Horizonte. Ela disse para a polícia onde estava e, pouco depois, um policial e um amigo dos seus pais estavam no local. “Ele me levou para casa e ligou para os meus pais acalmando eles”, disse Karina. Mais calmos, e com a certeza que a filha estava segura na casa do amigo, os pais de Karina decidiram deixar a garota ficar em Belo Horizonte para ver o show. Ela está na porta do Chevrolet Hall desde as 11h, esperando na fila a hora de realizar o sonho e ver o Paramore ao vivo, acompanhada de outras centenas de adolescentes.
Entrevista de Fãs
A palavra fã é uma abreviação de fanático. E só o fanatismo para explicar o comportamento de jovens que estão desde terça-feira em fila na porta do Chevrolet Hall, esperando o show da banda Paramore, que só acontece quinta-feira, 17 de fevereiro. O comportamento acabou contagiando os outros aficcionados pelo grupo e a fila original acabou tendo que ser divida em duas, que no meio do dia do show, já chegava a dar volta no enorme quarteirão que abriga a casa de show. 

Maíra Andrade, de 19 anos, foi uma das primeiras pessoas a chegar na terça-feira, por volta das 16h. "Isso é a minha vida, o Paramore é minha vida", justificou ela, que matou o trabalho para estar no primeiro lugar de uma das filas. "Se eu te falar que eu faltei o serviço três dias, você não acredita. E meu chefe está ligando 
demais, agora ele vai ver que eu tô aqui na fila. Agora não vai dar nem para falar uma desculpa", revelou a jovem. O amigo dela, Jonathan Assis, de 20 anos, estava do lado. Com a capa do segundo disco do Paramore tatuada no braço, ele explicou como os fãs estão fazendo para encarar a longa espera. "Estamos revezando na fila. Cheguei terça e fiquei até quarta, quando alguém segurou o meu lugar e eu pude ir para casa, tomar banho, dormir, e voltei hoje de manhã. Minha mãe sabe que eu estou aqui, é muita paixão que eu tenho por eles", detalhou. "O shopping virou a nossa segunda casa, quando alguém quer ir ao banheiro ou comer alguma coisa, corre lá e a gente segura o lugar", completou Maíra. 


Pouco atrás dos dois estava Luisa Marinho de Oliveira, de 17 anos. A garota de Ouro Preto que espera há quatro anos o show disse que os dias na fila é o momento da superação. "Hoje não vou sentir fome, não vou sentir dor, não vou sentir nada. Só amanhã. Hoje é proibido sentir qualquer coisa. Depois do show, está liberado", avaliou. 

Mas não é todo mundo que tem este gás todo. Caio Martins, de 17 anos, também desde terça, revelou que queria logo o início do show. "Está muito cansativo. Dormi na rua, a gente trouxe edredon e colchonete para aguentar porque de madrugada está fazendo frio", lamentou. Daniel Ferreira, de 17 anos, estava alheio à agitação ao seu redor e dormia, no primeiro lugar da outra fila. "Na maioria das vezes eu fico dormindo. Já me chamaram de mendigo aqui", comentou o rapaz. Ele aproveitou para detalhar pérolas da gastronomia local. "Você pega o miojo cru, quebra ele, joga o pozinho e come", ensinou. 

Perto dela, Rosane Souza destoava do resto do público. Aos 38 anos, a fisioterapeuta está acompanhando a filha de 13 também desde terça-feira. "Larguei a minha clínica, meus pacientes para estar aqui. Arrumei uma outra para ficar no meu lugar, para ficar aqui com minha filha", explicou a mãe-coruja. "Ela é louca pela banda há muito tempo. Comecei a gostar por causa dela, porque lá em casa é o dia inteiro. Eu sei tudo sobre a banda, a antiga formação, a nova", detalhou Rosane, que garantiu que não houve perigo na longa espera. "Foi super tranquilo, a polícia passava aqui toda hora, a avenida é movimentada, então favorece a segurança", revelou, enquanto era interrompida por adolescentes que cantavam em uníssono as músicas da banda de Hayley Williams. Haja empolgação. 


Clique AQUI e confira depoimento de fãs. 

Vídeos

Hayley e a banda só dando um oi

Hayley e sua boneca?
In The Mourning

Ignorance

Feeling Sorry

For a Pessimist, I'm Pretty Optmistic
Decode

When it Rains

Crushcrushcrush

The Only Exception

Brick By Boring Brick

Misery Business




This heart it beats... Beats for only you... My HEART IS YOURS!

Show do Paramore em Brasília 16/2/2011

Todos sabem que o Paramore está fazendo 5 shows no Brasil, e agora eu irei falar um pouco mais sobre eles, praticamente uma cobertura completa.
Todos os créditos vão para os sites:

Fotos no Tumblr da Hayley
"Anarchy in Brasilia. Oi oi oi"


"Estamos em Brasilia!"


"Estamos em Brasilia!!!"

Hayley Williams falou em português para os fãs


Pelo visto ela já trocou o visu Pink para o visu Red Vibrante

Setlist do Show em Brasília

Ignorance
Feeling Sorry
That’s what you get
For a pessimist I’m pretty optimistic
Emergency
Playing God
Careful
Decode
In the mourning
When it rains
Where the lines overlap
Misguided Ghosts
Crushcrushcrush
Pressure
Looking up
The Only Exception
Brick By Boring Brick
Misery Business

Na minha opinião faltou as músicas do All We Know is Falling, como por exemplo Franklin e Whoa. :(

Vídeos do Show

Playing God

Hayley Dançando em Brick By Boring Brick

In The Mourning pela PRIMEIRA VEZ AO VIVO!

Misery Business, e Hayley chama uma fã para o palco!

Kyyyyyyyyyyyyyyyyyya!!!!!!!!!!

2010 Top 10x10 - Web Hits

2010 Top 10x10
10. Web Hits

Finalmente chegamos ao final da mega lista de 2010, agora vamos ver os melhores Web Hits de 2010, de acordo com o Yahoo! Quem é que não se lembra da Vanusa esquecendo novamente as letras, ou do famoso bordão Puta Falta de Sacanagem? Agora com vocês os 10 melhores Web Hits de 2010!

1. Vanusa Ataca Novamente