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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Show do Paramore em São Paulo 20/2/2011

Yay, yay, YAY! Vamos continuar com a cobertura geral!
Todos os créditos vão para os sites:
Fotos
 
"Esse é um como com um canudo nele ( Água de coco brasileira refrescante! Aproveite)"
  "Ganhadores do Meet and Greet do merchan de São Paulo"
"Olhem quem planejou a roupa deles pra hoje... muito empenho!"

"São Paulo 21/02/2011"

"Sim!! Estou amando vestir azul petróleo nesse tour. Não que isso importe pra alguém, mas pra mim..."
Destaque para a bandeira do Brasil com símbolo atual da Banda, a Borboleta

Taylor e Jeremy
 Uma das palhetas que a banda jogou durante o Show (EU QUEROOO!)


Setlist

Dá para perceber que está escrito em letra de mão, o que parece ser um pequenino trecho da música My Heart, a única canção que a banda cantou que pertence ao seu primeiro CD, All We Know is Falling.

Babados

Review do Concerto pela mídia
O Paramore levou mais de 7 mil pessoas a loucura no Credicard Hall em São Paulo com entre tudo muitas surpresas como My Heart. Confira o que os jornais falaram sobre o concerto:

Jornal do Brasil- Paramore faz show memorável em SP
R7- Paramore leva fãs para cantar e tocar guitarra em SP
O Dia - De acústico a vibrante, Paramore faz show memorável em São Paulo
EPTV- Com nova formação, Paramore tem boa performance em SP
Vagalume- Veja como foi o show do Paramore em São Paulo
Os Paparazzi- Novo Paramore conquista fãs em show em São Paulo
Contigo!- Pontual, Paramore não desaponta os fãs em São Paulo
G1- Com pose e eficiência, Paramore não sente falta de ex-integrantes
Estadão- Paramore faz show vibrante em São Paulo
Virgula- Paramore lota show em São Paulo e leva fãs à loucura
Paramore faz Show Memorável em SP
O Jornal do Brasil publicou uma reportagem hoje, sobre o show em São Paulo. Confira a matéria abaixo:
SÃO PAULO – O penúltimo show da turnê brasileira do Paramore, em nova formação, foi praticamente idêntico ao das outras capitais, neste domingo, em São Paulo, que teve abertura da banda Fake Number. Exceto pela música My Heart, do CD All We Know is Falling (2005), que foi acrescentada ao setlist a pedido dos fãs. Eles organizaram três tentativas – até então frustradas – ao gritar o nome da música e cantar trechos até que a banda, no encore, cedeu ao pedido dos paulistas. A apresentação passeou pelos três álbuns de estúdio lançados, com 19 músicas, em pouco mais de 1h30 de interação.
O show começou pontualmente às 20h para um Credicard Hall com 7 mil pessoas, lotado – e ingressos esgotados há tempos – de um público diversificado, que ia desde pais e avós que levaram filhos e netos até adolescentes, no auge da acne, com looks moderninhos e camisetas descoladas, muitas alusivas ao grupo. E também garotas imitando a vocalista Hayley Williams, minicovers ostentando cabelos pouco compridos e vermelhos. Na pista VIP, havia gente empunhando cartazes em forma de coração, declarando amor à banda, ou apenas dizendo ser aquele o dia mais feliz de suas vidas.
Apesar do tamanho (1,58 de altura), a vocalista Hayley Williams domina o palco como gente grande: vai de um canto a outro, interage com o público e com os outros integrantes, chacoalha a cabeça, brinca com o pedestal – fingindo fazer o exercício que na musculação é chamado de supino -, faz caras e bocas, exprime sua dor em uma simples careta ou ao cerrar a mão e trazê-la contra o peito. E não só ela: em momento de mais animação, o baixista Jeremy Davis e o guitarrista Taylor York fazem acrobacias, dando cambalhotas mortais.
Com um microfone da cor de seu cabelo em mãos, entrou no palco dando socos no ar, com uma blusinha verde, calça preta modelo ’skinny’ e um tênis ’sneaker’. O público foi saudado com Ignorance e até a última música, não parou de cantar e pular até a exaustão. Antes da segunda Feeling Sorry, recebeu das mãos do público uma bandeira do Brasil assinada por fãs e enrolou na cintura, hora em que soltou as primeiras palavras: “Ei, Brasil”, em inglês para um público enérgico, que não parou de gritar um minuto sequer. Ela pedia para os fãs acompanharem o refrão, fazendo cara de quem não acreditava no que estava presenciando e deu um ‘tchauzinho’ de boas vindas. “Vocês estão prontos? Nós somos o Paramore”, exclamou.
Os acordes anunciavam That’s What You Get, quando o fundo do palco foi tomado por um enorme pano, que cobria todo o cenário com a assinatura da banda. No primeiro segundo depois de “No sir”, Hayley comandou o coro na primeira estrofe. “Obrigada”‘, disse ela em português, prosseguindo em seu idioma de origem: “oh, meu Deus! Três anos! Estamos muito felizes de estar aqui na cidade, no País de vocês… É inacreditável! Temos muitas músicas para cantar, espero que gostem. Gostam de músicas rápidas, indagou, disparando: “então provem”.
Em Decode, acenou para o público que estava nas arquibancadas superiores, e luzes verdes faziam lembrar do videoclipe que se passa em uma floresta e de onde você pensa ter ouvido essa trilha: da saga vampiresca dos cinemas Crepúsculo.
Uma pequena pausa para reposicionar a banda e a plateia grita insanamente. A musa adolescente então aparece: “estão se divertindo? Vocês são incríveis”, comentou, explicando que naquele momento iam tocar uma nova música que lembra a terra natal deles, no Tenesse, Estados Unidos. “Cantem, se souberem. Chama-se In The Mourning. O momento precedia um posterior banquinho e violão com todos os membros sentados no centro do palco.
Mais um diálogo de Hayley: “vocês são incríveis, obrigado por cantarem junto comigo. Vocês estiveram esperando esse show esses três anos? Porque nós sim! Esta é a segunda vez que viemos a São Paulo, prometo que não vai demorar para voltarmos”, e ofereceu Where The Lines Overleap para os amigos, família e fãs ao redor do globo. Hayley agradeceu aos fãs, dizendo que não acredita na morte da indústria fonográfica: “vejo essa vivacidade estampada no rosto de vocês. Aos que compraram nosso último álbum, essa é para vocês”, destacando Misguided Ghosts.
A banda saiu do palco e voltou com a frontwoman afirmando que São Paulo já tinha provado que podia cantar, mas ela queria ver agora a plateia dançando. O pedido foi atendido ao som de Crushcrushcrush, e Hayley até ensaiou uma rebolada para animar a galera. Em Pressure pediu para jogar os braços para cima, de um lado para o outro.
Hayley pediu que o público aplaudisse a banda de abertura Fake Number, que disse ter conhecido os membros na última passagem pelo Brasil. E, por isso, surgiu o convite para eles abrirem a apresentação paulista.
De olhos fechados, Hailey começou a cantar The Only Exception, enquanto a plateia acendia seus celulares e estendia o braço para cima, com movimentos de um lado para outro – algumas pessoas sacaram de seus bolsos isqueiros, enquanto os mais moderninhos, usavam bolas coloridas com LED (Diodo Emissor de Luz) piscante.
Na última música, Hayley mostrou um microfone e disse que aquele representaria cada um dos fãs e chamou dois deles para o palco: um para acompanhá-la no vocal, o outro para assumir a guitarra. Aquele que ela chamou de “novo Hayley” é o estudante de 19 anos Leivison Rosa, de Uberaba, Minas Gerais. Ele foi escolhido por meio do fã-clube oficial da banda, em uma promoção do espaço chamado Meet and Greeting. Ele cantou uma estrofe de Misery Business, última música para os paulistas que levarão consigo a lembrança memorável de ter conseguido interferir no setlist já fechado pelo grupo.
Marcava 21h35 no relógio, quando Hayley e asseclas dominaram a frente do palco e se curvaram ao público em sinal de agradecimento. Agarrada no baixista Jeremy Davis pela barriga, Hayley saiu do palco arrastando o companheiro até a coxia.
Depois da saída dos irmãos Farro, em 2010, esta é a primeira aparição do grupo com a adição de Justin York (guitarra) e Josh Freese (bateria). Completam a banda Taylor York (guitarra base) e Jeremy Davis (baixo). Desde o dia 16 no País com essa nova formação, quando iniciou a turnê em Brasília, o grupo já passou por Belo Horizonte (17) e Rio de Janeiro (19). Encerra a turnê em Porto Alegre (22) no Teatro Bourbon.
 Grupo americano apresentou novos integrantes e agradeceu banda brasileira no palco
O Portal R7 fez uma resenha do Show de São Paulo, confira o texto abaixo:
O Paramore teve um retorno memorável ao Brasil.
A banda americana fez o penúltimo show da turnê nacional neste domingo (20), a segunda pelo país, em show lotado no Credicard Hall, em São Paulo.
Pontualmente às 20h, o grupo subiu ao palco com Ignorance, e foi recebida por uma plateia ensandecida e ansiosa, após uma espera de três anos desde a primeira aparição da banda no país.
Neste intervalo, a cantora Hayley Williams e seus colegas lançaram mais um disco e montaram uma coleção de hits.
Na sequência, tocaram Feeling Sorry, That’s What You Get, For a Pessimist, Emergency, Playing Good, Careful e Decore, mesclando faixas dos dois álbuns mais recentes.
Assim como em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o miolo do show foi premiado por uma sequência acústica.
Nele, a banda apresentou a nova In The Morning, primeira composição da nova formação do grupo sem os irmãos Farro [Josh e Zac], que saíram no final do ano passado.
O fanatismo brasileiro pelo Paramore parece não ter sido muito abalado com a ausência dos dois.
No lugar deles, o baterista Josh Freese e o guitarrista Jon Howard foram discretos e ficaram afastados da frente do palco.
Ao serem apresentados ao público pela vocalista, porém, foram recebidos aos gritos.
Hayley, alías, mostrou ao vivo tudo o que se ouve nos álbuns e se vê nos clipes.
Agudos muito bem executados e a mesma presença agitada e forte no palco, capturando todas as atenções, com a ajuda de seu famoso e inconfundível cabelo colorido, atualmente vermelho.
Ela ainda fez questão de pedir ao público para ovacionar a banda de abertura, Fake Number.
O grupo paulista têm o Paramore como maior referência e encontrou os americanos por aqui em 2008.
Mas somente agora tiveram o prazer de dividir o palco com os seus heróis no Rio e em São Paulo.
De volta às guitarras elétricas, Crush, Crush, Crush veio antes de Pressure e Looking Up.
Um dos pontos altos da noite ficou com o sucesso The Only Exception.
Nos quatro andares do Credicard Hall, celulares brilhavam carregados por mãos sincronizadas, que iam de um lado para o outro, juntas de um belo coro de vozes.
Após a banda deixar o palco, quando parecia que nada mais poderia acontecer para superar o momento descrito acima, eis que Hayley chama dois fãs (já pré-selecionados) para o palco.
E, mesmo que só por uma música, eles podem dizer que já tocaram com o Paramore.
São eles Luvilson Rosa e Frederico Mantovani, ambos de 19 anos, que fizeram parte de um seleto grupo do fã clube brasileiro e conheceram a banda pouco antes do show.
O Paramore gostou dos dois e os escolheu para cantar e tocar guitarra, respectivamente, em Brick By Boring Brick.
Ao contrário dos outros shows no país, Luvilson foi o único homem a realizar o dueto com Hayley – nos outros, foram mulheres.
Ele veio de Uberlândia e enfrentou sete horas na estrada antes de presentear a vocalista do grupo com uma bíblia.
Ao R7, o fã contou que a emoção era tanta que já estava a ponto de ter uma parada cardíaca minutos antes de receber um microfone amarelo das mãos de Hayley.
Frederico Mantovani também encontrou seus ídolos antes do show.
Ele presenteou todos com camisetas personalizadas com frases de várias músicas da banda e um DVD dele e da irmã de 8 anos tocando músicas do Paramore em casa.
Não satisfeito, pediu pessoalmente para assumir a guitarra.
- Fiz o pedido e a Hayley, o Jeremy e o Taylor se entreolharam, disseram ok e o produtor já veio falar comigo.
A banda fechou a noite com o primeiro sucesso da carreira, Misery Business.
Satisfeito, o público aplaudiu e gritou muito quando o quinteto foi à frente do palco agradecer pela grande noite.
Para quem não viu, a última parada brasileira neste ano será em Porto Alegre, terça-feira (22).
Ou em uma próxima vez, que, se depender da energia trocada entre banda e fãs, será muito em breve.
Vídeos
Como Taylor se sente na South America Tour

Hayley postou mais um vídeo no Tumblr, mostrando o Paramore no camarim do show (em São Paulo). Eles agradecem a presença do público nos shows, dizem que a turnê na América do Sul está sendo maravilhosa, além de uma declaração de amor do Jeremy no final da gravação.
o Epic Encore tanto pedido, foi feito: My Heart!
You are... The Only Exception...
A Supernovíssima canção: In The Mourning

When it Rais! Take these chances to turn it around, And take these chances and make it somehow...
Take these chances to turn it around...
Just turn it around...
We are just... Misguided Ghosts...
PARAMOREEEEE!

2 comentários:

  1. Oi
    É ap rimeira vez que entro no seu blog e devo dizer que achei ele muito legal!!!
    Eu não sou fã de Paramore mas fiquei amdirada com a sua dedicação pela bnada nos posts ^^

    gostaria de trocar idéias com vc pois sei que curte mangás ^~

    to te seguindo se puder me siga!

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  2. @Cassie valeu pelo comentário! Wow seu blog é de mais, vou contar um segredo, mas eu adoro coisas dark! Por que para mim, parece que eu penso melhor, reflito melhor, enfim faço tudo melhor quando eu estou meio dark... n_n

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