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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Music Gets The Best Of Me #3

Oi Gente!
Antes de começar a postagem eu queria dizer uma coisa:

Obrigado á todos que contribuiram para que isso fosse verdade!

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#3 - Dose Dupla

  Quem acompanha a página do Platina JP no facebook, viu que no dia 7 de Julho eu postei o que seria considerado uma prévia. Nesse mesmo dia, eu havia comprado dois CDs: Vows da Kimbra e o homônimo Selah Sue.
  Assim como todo mundo, conheci Kimbra com a música Somebody That I Used To Know onde ela canta junto com o cantor Gotye, que aliás, me senti meio hipster, afinal, conheci essa música na metade do ano passado e só agora ela está bombando nas rádios do mundo.  Seu estilo música é uma mistura - bem feita - de Pop, Jazz e Soul. Gosto de cantores que gostam de explorar sua voz, e todas as músicas de Kimbra passam essa sensação. Seu álbum de estréia, Vows, foi lançado em 2011, porém só chegou na América este ano. Fiquei um pouco triste ao saber da tracklist do álbum versão U.S. do álbum era bem diferente da versão original. Por isso, agora estou á procura do Vows Deluxe Edition da Nova Zelândia [versão deluxe oficial] onde tem todas as músicas que Kimbra gravou para o álbum Vows. Suas músicas são bem ecléticas e como disse antes, ela conseguiu conciliar três estilos musicais em perfeita harmonia. Deixo com vocês dois vídeos da cantora: O seu último vídeoclipe lançado recente, Two Way Street e a música que mais gosto do álbum, Posse.



  Agora, vou falar de outra cantora, Sanne Putseys, mais conhecida como Selah Sue. Assim também como Kimbra, eu a descobri em 2011 com a música Raggamuffin, quando ainda passava na MTV o Top Mundi - foi a mesma coisa também com a Kimbra na música do Gotye - e também assim, como a Kimbra - de novo? - Selah Sue, o álbum homônimo, foi lançado em 2011 e só 2012 foi lançado na América. Seu estilo músical, se distancia um pouco do de Kimbra, ela canta R&B e Soul. Também gosto muito de sua voz, na qual ela é explora a cada música que se ouve no álbum, para nossa alegria, o álbum veio do mesmo jeito para a América, sem versão U.S. Fico adimirado de ouvir as músicas de Selah Sue, cada uma traz o sentimento e sinto isso, especialmente na canção Mommy.
  Deixo com vocês agora, dois vídeos da Selah Sue, o seu último vídeo, Zanna com Tom Barman e The Subs, gravado especialmente para o Music For Life 2011 e a música que mais gosto do álbum, Summertime.



sexta-feira, 27 de julho de 2012

B-Day + Pale Blue

Oi Gente!
Ontem foi o meu aniversário... Fiz 17 anos e posso dizer que passei por poucas e boas nessa vida.
Ás vezes olho para trás e vejo tudo que já andei e retorno a olhar para frente e vejo ainda o longo caminho que me aguarda.
Muito desafios me aguardam pela frente e eu estarei esperando eles de braços abertos :P
Até recebi parabéns do Google!


Quando abri o Google acho que fiquei uns 5 minutos assim: *-*

Aí ontem eu tirei uma folga da escola, estava precisando... Eu sei que mal voltei das férias, mas eu precisavam me botar em ordem...
Fui no Shopping com a minha mãe, onde ela me deu a coleção de Jogos Vorazes :3
E também ganhei um rádio da minha tia para poder tocar meus CDs!

O mais curioso foi a hora do parabéns... 
Eu acho que é a hora mais constrangedora de todas, eu não sei o que eu faço =S
Enfim... Dá só uma olhada na minha vela de aniversário...


Idade: Indefinido XD

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Bom, lembra que em uma postagem mais ou menos no começo do ano, eu tinha falado sobre o que a minha sala de aula fez? Uma big guerra de balões? E que eu tinha dito que talvez a minha sala não fosse tão monstro assim?
Todo esse conceito foi sendo apagado com o passar do tempo e minha sala estava simplesmente decaindo e feio.
Não vou entrar em muitos detalhes a respeito disso, pois não é sobre isso que eu quis falar.

Acontece que como não temos professora de Arte e a professora de Português faltou, a professora de Biologia veio substituí-las.
Ela começou a bater um papo interessante com a gente, começou falando sobre religião.
O que acreditávamos, o que é discordávamos e nossas opiniões sobre vários assuntos.
Até que ela entrou em assuntos bem peculiares e divergentes, como o amor.
Aí depois veio a segunda aula.
Ela continuou com o assunto, porém agora o tema era "os bons constumes" não sei como, mas a conversa acabou tomando proporções um pouco pesadas de mais. Digo isso, por que ela começou á falar da prima dela que morreu de câncer no estômago, e de repente aos poucos comecei a lembrar da minha madrinha, virei o meu rosto, com a mão na boca e um olhar distante. Quando tomei conta de mim, estava percebendo a formação de lágrimas nos meus olhos.
Quando ela havia terminado, quase todo mundo estava do mesmo jeito que eu.
A professora tinha falado sobre arrependimentos e lançou uma pergunta: "Se vocês morressem, quem iria ao seu velório?"
Isso não foi no final, mas a respeito de arrependimentos. No final, todos deram as mãos e um aluno puxou uma oração...
Depois, todos se abraçaram, todos pediram perdão pelo que disseram e fizeram, tudo que estava acumulado por 3 anos.
Foi um momento único. Pois eu só vejo uma sala de aula se comover assim em último dia de aula, antes da formatura.
Por muito tempo, eu e muita gente pensava que a minha sala não tinha mais salvação.
Mas depois de hoje, eu estou pensando sériamente se há uma pequena chance de tudo mudar...

Eu trouxe á vocês uma música que descreveu muito bem como me senti depois daquelas palavras


We're not alone

 

terça-feira, 24 de julho de 2012

BH - A Casa Maldita: Capítulo 2

Oi Gente!
Antes de começar o post eu gostaria de falar sobre um selo que ganhei da Flávia!


As regrinhas dizem para eu postar o selo, indicar quem me mandou e indicar 10 blogs, acontece que tem muito mais que 10 blogs que são meus adoráveis vícios, então, sintam-se á vontade de pegarem o selo para vocês!

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Antes de começar o capítulo, queria agradecer a Jane dos Anjos e a Tsu por terem me dado suas críticas construtivas. Apliquei-as nesse capítulo, espero que tenha dado certo :)


2. Infiltração
                — Você está bem? — perguntei á garota.
            — Melhor agora que saí dali... — falou a garota passando a mão pela roupa, desamassando-a — Caramba, que portão estranho...
            — Eu te disse que essa casa é muito estranha... — falei.
            — É verdade... Você poderia ter ficado presa lá dentro — completou Chowder.
            — Como eu iria imaginar uma coisa dessas? — falou a garota — Pronto... Agora perdi uma remessa de doces inteirinha e só consegui 10 dólares...
            — Você quer dizer os 10 dólares dos meus pais — falei sério para ela.
            — Espera... Aquela tia lá é a sua babá? — perguntou a garota em tom de deboche.
            — Affs... Eu sei, algo desnecessário... — falei sem graça.
            — Totalmente... Aliás me chamo Jennifer Bennett, e vocês?
            — PJ.
            — Chowder, encantado...
            Jennifer o encarou estranhamente.
            — Enfim... É uma pena que seu carrinho tenha sido esmagado, mas temos que voltar para nosso posto de observação — falei arrastando Chowder pra casa.
            — Observação? Vocês ficam de butuca nessa mansão? — perguntou Jennifer interessada.
            — Sim... — respondi.
            — Por que ao invés de apenas ficarem olhando... Vocês não partem para a ação? — falou Jennifer em tom de desafio.
            — Mas o quê? Por quê? — perguntou Chowder.
            — Chowder... Essa mansão deve ter inúmeros segredos, só esperando para serem descobertos! Começaremos agora! Quem está comigo?
            Momento de silêncio.
            — Percebi que vocês dois são um bando de maricas mesmo...
            — Ei, ei, ei! Não fale assim! — disse Chowder irritado.
            — Parece que estão com medo de uma casinha boba... — disse Jennifer com um sorriso malicioso no rosto — Topam? Ou não.
            — Topo — falei eu e Chowder ao mesmo tempo.
            Neste instante, Jennifer sacou o seu celular e fez uma ligação.
            — Mãe? Vou dormir essa semana na casa da Lizzie, tá bom? Já peguei minhas coisas. Te amo — em seguida ela desligou o celular e guardou — Vamos? — Jennifer começou á andar pela rua.
            — Mas por que você está indo nessa direção? — perguntei.
            — PJ, PJ, PJ... Do jeito que as coisas estão, é bom comprarmos mantimentos, não acha? Mas nada que estufe muito nossas mochilas...
            — Hã? Por quê? — perguntou Chowder.
            — Caramba! Vocês só fazem perguntas! A menos que vocês descubram como funciona para abrir e fechar esse portão sem assassinar alguém, é importante saber que poderemos ficar presos lá por tempo indeterminado... Então é bom comprar mantimentos.
            Eu e Chowder trocamos olhares preocupados. Podemos ficar presos naquela mansão e nunca mais sair...
            — Bom garotos... Quanto temos de dinheiro? — perguntou Jennifer — eu tenho aqui comigo 50 dólares.
            — Nossa! Tudo isso? Mas você não disse que só tinha 10 dólares? — perguntou Chowder.
            — Sempre saio com dinheiro no bolso... Para emergências como essa! — falou Jennifer animada.
            — Se for assim, tenho 10 dólares — falou Chowder.
            — Eu tenho 20 dólares — falei.
            — Ótimo! Juntos temos 80 dólares! Dá para comprar muita coisa!
            Fomos ao mercado, comprarmos vários tipos de comida e até mesmo coisas como band-aids, esparadrapos, algodão e álcool. Estava ficando com medo disso tudo. No que foi que eu me meti?
Durante o caminho perguntei á Jennifer por que ela quis subitamente fazer isso. Ela me respondeu que mistérios sempre a fascinaram e que faria de tudo para ter um mistério como esse e que não perderia essa chance por nada nessa vida.
            Com mochilas em mãos, não muito cheias para facilitar a mobilidade, estávamos na frente do portão, Jennifer sem receios apertou a campainha e com toda força possível, o portão se abriu. Entramos e da mesma forma como ele se abriu ele se fechou. Agora não havia mais volta, estávamos no território da Mansão.
            Logo que entramos, vimos um jardim que deveria ser bonito há uns 5 anos, agora estava cheio de ervas daninhas e de flores ressecadas, ansiando por uma gota de água, dava para perceber a imensa quantidade e diversidade de flores que lá havia.
            Jennifer estava animada com a situação. Ia à frente destemida. Ela realmente gostava de mistérios.
            Não demorou muito até nos depararmos com a entrada da mansão. Uma pequena escada de concreto com três degraus e uma espécie de varanda também com um pequeno muro de concreto contornando-a, nada de misterioso. Jennifer abriu a porta cautelosamente que fez um rangido horrível, revelando o hall de entrada com duas escadas curvas laterais dando entrada para o segundo andar, uma porta grande á esquerda e outra porta grande á direita. Também podia notar um grande tapete vermelho que se estendia até o meio do hall de entrada, onde se encontrava com o mesmo tapete das escadas. Chão de madeira, porém ao pisar, percebia-se que não rangia. Pelo menos isso. Também reparei que o hall de entrada era bem incomum para uma mansão, sem nenhum quadro, ou alguma mesinha, nem mesmo plantas. Apenas um local vazio com escadas.
            — Jenny, o que você acha melhor? — perguntou Chowder tentando entrar na vibe — Explorar o primeiro andar primeiro?
            — Exatamente Chowder! — falou Jennifer — Mas não vamos nos separar, pode até parecer uma ideia ótima, mas essa mansão é enorme e corremos o risco de se perder.
            — Vamos começar com a porta da esquerda então — falei para os dois.
            Andando cautelosamente abrimos a porta e nos descobrimos na sala de Jantar, que por alguma razão inexplicável tinha um segundo andar. Na verdade era apenas como se estivesse contornando o local, mas mesmo assim era um segundo andar. Havia uma mesa gigantesca, com cadeiras um pouco distantes, digo, pelo que deu para perceber a distância é o suficiente para colocar os cotovelos na mesa e ainda sobrar um palmo entre uma cadeira e outra...
            Ao caminhar pelo local percebo vários quadros, porém nenhum retrato, apenas fotos e pinturas de horizontes e paisagens, ao final da sala, nos deparamos com uma lareira e logo em seguida com o brasão da família. Nele estava uma água com as asas abertas.
            — Caramba... — comentou Chowder — Para ter uma mesa tão longa assim, aqui devia morar muita gente...
            — É... 32 pessoas — disse Jennifer contando, ela estava com um papel em mãos.
            — Ei! O que é isso? Aonde você pegou isso? — perguntei á ela.
            — Na gaveta lá no meio... Parece um diário... E meio recente.
            — Consta data? — perguntei.
            — Não, pois esse não é o começo... Mas de acordo com o que está escrito o dono desse diário trabalha ou trabalhou na Umbrella.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

+vc #2 - Brigadeiro [FINALMENTE!]


Demorei de mais para postar de novo... Eu sei, eu sei, enrolei e enrolei com essa história do brigadeiro... mas adivinhem... THE WAIT IS OVA!
E para comemorar o - restinho - do dia do amigo, nada melhor do que um belo...

Receita #2 - Brigadeiro de Colher
 
Eu sei que bastante gente sabe fazer brigadeiro, mas eu tenho certeza que tem muitas pessoas que ainda não sabem... Para a nossa alegria, não sou mais uma dessas muitas pessoas, descobri que para fazer brigadeiro, não há truque nenhum.

Ingredientes

 Chocolate em pó/Achocolatado, leite condensado [Ignorem o PURO merchandising da Nestlé]

E é claro, margarina.

E para afirmar o que eu tinha dito anteriormente... NÃO HÁ SEGREDO.
A receita que eu fiz é simples e se quiser fazer mais é só dobrar ou triplicar a quantidade de ingredientes adicionados.

Modo de Preparo

 Em uma panela coloque todos os ingredientes. 
Para a receita que eu fiz...
2 Latas de leite condensado
2 Colheres de sopa de Chocolate em Pó/Achocolatado para cada lata de leite condensado
1 Colher de sopa não muito cheia de margarina para cada lata de leite consdensado
Tudo vai depender de quantas latas de leite condensado você vai usar.

 Agora é só ligar o fogão e fique mexendo com uma colher de pau até ele ficar um pouco consistente e pastoso.


 Como saber se o brigadeiro ficou bom???
Para saber quando é a hora de parar de mexer o brigadeiro na panela e desligar o fogo é bem simples.
Incline a panela e veja se ficou muita coisa "grudada" no fundo, quanto menos isso acontecer melhor, mas cuidado, quando começar a borbulhar constantemente, fazendo bolhas grandes, já está mais do que na hora de desligar o fogão, se não seu brigadeiro queima!

Em seguida, despeje tudo em uma travessa e espere esfriar para consumir, você prefere aproveitar o momento de comer depois e comer bem, ou comer agora e passar o resto do dia no banheiro???

Bom depois que esfriou, você aproveita!

Tem coisa melhor do que um brigadeiro de colher nesse frio?
É ou não é uma maravilha Madonna?


terça-feira, 17 de julho de 2012

Fanfic nova! BH

Olá pessoal!
Hoje apresento á vocês a minha primeira Fanfic! 
Ué, mas você não escrevia Fanfics? Não, escrevia Fics, ou seja, pequenas histórias de ficção onde os personagens são originais, dessa vez os personagens são inventados.
Já viu o filme A Casa Monstro de 2006? Pois bem, a história se passa com os protagonistas, porém com um toque mais de Resident Evil (daí o nome BH - Biohazard, nome original de Resident Evil).
Não me prendi muito a história original do filme, o começo da fanfic pde até parecer, mas ao decorrer perceberá a diferença. E fiz algumas mudanças Por exemplo: PJ, não há o nome completo dele, então inventei um e Brooke, que na verdade é Zee, mas eu não curti muito esse nome...


1. Estopim
            Paul Jenkins, mais conhecido como PJ mora em Arkhn City, cidade vizinha de Raccoon City, no Centro Oeste dos Estados Unidos. O ano é 2010. Já faz 12 anos desde o incidente de Raccoon City e que ela foi queimada. Esta é a semana de Halloween, mais precisamente dia 25 de Outubro de 2010.

            Impaciente, como sempre... Sempre estou assim... Não sei. Desde que me mudei para essa casa, cismo direto com a mansão do vizinho da frente... Há alguma coisa errada com essa mansão... Mas o que seria? Desculpe minha petulância... Me chamo Paul Jenkins, mas prefiro que me chamem de PJ. Estou no meu quarto com meu melhor amigo Chowder, tentando espiar com meu telescópio a mansão...
            — Meninos, vocês realmente não estão a fim de comer droga nenhuma, não é? — falou Brooke, entrando no quarto — Vão morrer de fome, pois eu não vou preparar nada para vocês!
            Brooke bateu a porta e desceu as escadas. Eu realmente não entendo os meus pais... Tenho 14 anos e eles ainda contratam a Brooke pra ficar de olho em mim... Parece que não confiam em mim...
            — Uh... Gostosa á vista! — falou Chowder ao telescópio.
            — Chowder, o que eu falei sobre ficar espiando a vizinha?
            — Mas não é a vizinha, e sim uma garota que está com um carrinho cheio de doces, desfilando pela rua.
            Olhei pela janela. A garota devia ter a mesma idade que nós. Ruiva. E pelo seu uniforme, dá para julgar que ela estuda naquela academia só para meninas a Monthyworth.
            — Caramba mano! Ela vai entrar aqui!
            — Para quê Chowder?
            Neste instante a campainha toca.
            Chowder sai desenfreado para descer as escadas, peguei ele pelo colarinho e disse.
            — Vamos apenas espiar...
            Ao descer ás escadas vemos Brooke extremamente sem ânimo abrir a porta.
            — Boa tarde senhora!
            — O que você quer? Senhora vírgula, tenho 23 anos.
            — Desculpe-me... — falou a garota sem jeito — Como sabe, essa é a semana de Halloween! E é bom estar prevenida, afinal, pesquisas indicam que há uma grande porcentagem de chances de sua casa ser alvo de ovadas ou “embalsamada” com rolos de papel higiênico devido á falta de doces.
            — E...? — respondeu Brooke desinteressada.
            — Para evitar que tal infortúnio aconteça com esta bela casa, estou vendendo doces pela vizinhança!
            — Não estou interessada... — disse Brooke fechando a porta.
            — Estão mais baratos do que no supermercado. Você leva mais e paga menos.
            — Não estou a fim. Aliás, nem sou dona desta casa e muito menos estou com meu dinheiro aqui...
            — É a babá, não é? — falou a garota com ar de negociadora — Escuta, o casal deve ter deixado uns 30, 40 dólares de emergência... Será que você não vasculha a casa rapidinho... Me dá uns 10 e eu saio da sua cola?
            — Você é boa com os negócios, hein menina... Só te dou os 10, se me der dois pacotes de Kit Kat’s.
            — Os dois pacotes são por 15 dólares.
            — Dois pacotes de Kit Kat’s ou nada feito — falou Brooke séria.
            — Ok... Ok... Aqui estão os Kit Kat’s.
            — E aqui estão os 10... — falou Brooke imediatamente.
            — Você já sabia onde estava o dinheiro... E pegou pra você não é, esperta?
            — A emergência é que estou lisa e preciso de dinheiro... Só receberei meu pagamento depois que o casal chegar...
            — Hum... Foi um prazer fazer negócios com... você.
            Brooke fechou a porta e descemos as escadas.
            — Que foi? Esses Kit Kat’s não são pra vocês.
            Subimos as escadas novamente, um pouco decepcionados, mas continuamos a vigiar a mansão...
            Percebemos que a garota estava indo para aquele local, toda alegre por ter ganhado seus 10 dólares... Foi quando ela apertou a campainha da mansão. Sem pensar duas vezes corremos atrás dela. Aquela mansão era suspeita, não morava ninguém lá desde antes de eu nascer e poderia ser perigoso.
            Descemos as escadas correndo, foi quando saímos pra fora, os portões se abriram, rangendo a garota ia entrando, quando saímos correndo pela rua gritando.
            — Vocês são loucos? — perguntou a garota.
            — Não dê mais nem um passo! — falou Chowder.
            — É! Essa mansão é estranha! — completei.
            — Ah... Por favor... — falou a garota dando mais um passo quando o portão se fechou com tudo, porém prendeu o carrinho dela, evitando que se fechasse completamente. Todos se assustaram.
            — Vem! Sai daí! — gritei para ela.
            O portão forçava cada vez mais, amassando o carrinho de doces. Sem pensar duas vezes, a garota deu um mortal, passando pelo vão deixado pelo portão e antes que pudesse olhar para trás, o portão se fechou completamente, esmagando por completo o carrinho com os doces.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Blogger Problems - Letra


Finalmente terminei a letra da paródia!
Se você não conhece o original, dê uma olhada agora!


Preparados para a paródia infame de uma música infame?
Apresento á vocês...

Blogger Problems

Olhe pra mim e diga a verdade
Eu cuido deste blog e para mim isso é uma necessidade
As pessoas leem meus posts, só veem a ortografia e criticam
Mas eles não sabem que tempo livre é uma benção

Isso quando o site tá bom, o que é um pouco raro
Já que suas atualizações só me deixam irado
O captcha então, nem vou comentar
Por que depois só vou me estressar

Blogueiros tem problemas também
Somos gente do bem
Só que a gente tem um blog
A pressão é grande de mais
Pra atualizar
Não somos perfeitos
E ás vezes é fácil se irritar

Eu tenho um blog, eu tenho o meu mundo
Mas isso não quer dizer que sou um vagabundo
Me chamam de nerd, de desocupado
Como se essa vida fosse mesmo fácil

Blogger, Tumblr ou Wordpress
Dá tudo na mesma, só me enche de stress
Só fazemos isso por que gostamos
E suas críticas desaprovamos

Blogueiros tem problemas também
Somos gente do bem
Só que a gente tem um blog
A pressão é grande de mais
Pra atualizar
Não somos perfeitos
E ás vezes é fácil se...

Blogueiros tem problemas também
Somos gente do bem
Só que a gente tem um blog
A pressão é grande de mais
Pra atualizar
Não somos perfeitos
E ás vezes é fácil se irritar

Postando na alegria, postando na tristeza,
O site só me dá rasteira
E as pessoas acha que isso é besteira...

Blogueiros tem problemas também
Somos gente do bem
Só que a gente tem um blog
A pressão é grande de mais
Pra atualizar
Não somos perfeitos
E ás vezes é fácil se...

Blogueiros tem problemas também
Somos gente do bem
Só que a gente tem um blog
A pressão é grande de mais
Pra atualizar
Não somos perfeitos
E ás vezes é fácil se irritar

Brincadeirinha... A gente se irrita toda hora!


E aí, o que acharam? Gostaram? Odiaram? Precisa mudar alguma coisa? Diga nos comentários!

E.M.D.