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terça-feira, 24 de julho de 2012

BH - A Casa Maldita: Capítulo 2

Oi Gente!
Antes de começar o post eu gostaria de falar sobre um selo que ganhei da Flávia!


As regrinhas dizem para eu postar o selo, indicar quem me mandou e indicar 10 blogs, acontece que tem muito mais que 10 blogs que são meus adoráveis vícios, então, sintam-se á vontade de pegarem o selo para vocês!

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Antes de começar o capítulo, queria agradecer a Jane dos Anjos e a Tsu por terem me dado suas críticas construtivas. Apliquei-as nesse capítulo, espero que tenha dado certo :)


2. Infiltração
                — Você está bem? — perguntei á garota.
            — Melhor agora que saí dali... — falou a garota passando a mão pela roupa, desamassando-a — Caramba, que portão estranho...
            — Eu te disse que essa casa é muito estranha... — falei.
            — É verdade... Você poderia ter ficado presa lá dentro — completou Chowder.
            — Como eu iria imaginar uma coisa dessas? — falou a garota — Pronto... Agora perdi uma remessa de doces inteirinha e só consegui 10 dólares...
            — Você quer dizer os 10 dólares dos meus pais — falei sério para ela.
            — Espera... Aquela tia lá é a sua babá? — perguntou a garota em tom de deboche.
            — Affs... Eu sei, algo desnecessário... — falei sem graça.
            — Totalmente... Aliás me chamo Jennifer Bennett, e vocês?
            — PJ.
            — Chowder, encantado...
            Jennifer o encarou estranhamente.
            — Enfim... É uma pena que seu carrinho tenha sido esmagado, mas temos que voltar para nosso posto de observação — falei arrastando Chowder pra casa.
            — Observação? Vocês ficam de butuca nessa mansão? — perguntou Jennifer interessada.
            — Sim... — respondi.
            — Por que ao invés de apenas ficarem olhando... Vocês não partem para a ação? — falou Jennifer em tom de desafio.
            — Mas o quê? Por quê? — perguntou Chowder.
            — Chowder... Essa mansão deve ter inúmeros segredos, só esperando para serem descobertos! Começaremos agora! Quem está comigo?
            Momento de silêncio.
            — Percebi que vocês dois são um bando de maricas mesmo...
            — Ei, ei, ei! Não fale assim! — disse Chowder irritado.
            — Parece que estão com medo de uma casinha boba... — disse Jennifer com um sorriso malicioso no rosto — Topam? Ou não.
            — Topo — falei eu e Chowder ao mesmo tempo.
            Neste instante, Jennifer sacou o seu celular e fez uma ligação.
            — Mãe? Vou dormir essa semana na casa da Lizzie, tá bom? Já peguei minhas coisas. Te amo — em seguida ela desligou o celular e guardou — Vamos? — Jennifer começou á andar pela rua.
            — Mas por que você está indo nessa direção? — perguntei.
            — PJ, PJ, PJ... Do jeito que as coisas estão, é bom comprarmos mantimentos, não acha? Mas nada que estufe muito nossas mochilas...
            — Hã? Por quê? — perguntou Chowder.
            — Caramba! Vocês só fazem perguntas! A menos que vocês descubram como funciona para abrir e fechar esse portão sem assassinar alguém, é importante saber que poderemos ficar presos lá por tempo indeterminado... Então é bom comprar mantimentos.
            Eu e Chowder trocamos olhares preocupados. Podemos ficar presos naquela mansão e nunca mais sair...
            — Bom garotos... Quanto temos de dinheiro? — perguntou Jennifer — eu tenho aqui comigo 50 dólares.
            — Nossa! Tudo isso? Mas você não disse que só tinha 10 dólares? — perguntou Chowder.
            — Sempre saio com dinheiro no bolso... Para emergências como essa! — falou Jennifer animada.
            — Se for assim, tenho 10 dólares — falou Chowder.
            — Eu tenho 20 dólares — falei.
            — Ótimo! Juntos temos 80 dólares! Dá para comprar muita coisa!
            Fomos ao mercado, comprarmos vários tipos de comida e até mesmo coisas como band-aids, esparadrapos, algodão e álcool. Estava ficando com medo disso tudo. No que foi que eu me meti?
Durante o caminho perguntei á Jennifer por que ela quis subitamente fazer isso. Ela me respondeu que mistérios sempre a fascinaram e que faria de tudo para ter um mistério como esse e que não perderia essa chance por nada nessa vida.
            Com mochilas em mãos, não muito cheias para facilitar a mobilidade, estávamos na frente do portão, Jennifer sem receios apertou a campainha e com toda força possível, o portão se abriu. Entramos e da mesma forma como ele se abriu ele se fechou. Agora não havia mais volta, estávamos no território da Mansão.
            Logo que entramos, vimos um jardim que deveria ser bonito há uns 5 anos, agora estava cheio de ervas daninhas e de flores ressecadas, ansiando por uma gota de água, dava para perceber a imensa quantidade e diversidade de flores que lá havia.
            Jennifer estava animada com a situação. Ia à frente destemida. Ela realmente gostava de mistérios.
            Não demorou muito até nos depararmos com a entrada da mansão. Uma pequena escada de concreto com três degraus e uma espécie de varanda também com um pequeno muro de concreto contornando-a, nada de misterioso. Jennifer abriu a porta cautelosamente que fez um rangido horrível, revelando o hall de entrada com duas escadas curvas laterais dando entrada para o segundo andar, uma porta grande á esquerda e outra porta grande á direita. Também podia notar um grande tapete vermelho que se estendia até o meio do hall de entrada, onde se encontrava com o mesmo tapete das escadas. Chão de madeira, porém ao pisar, percebia-se que não rangia. Pelo menos isso. Também reparei que o hall de entrada era bem incomum para uma mansão, sem nenhum quadro, ou alguma mesinha, nem mesmo plantas. Apenas um local vazio com escadas.
            — Jenny, o que você acha melhor? — perguntou Chowder tentando entrar na vibe — Explorar o primeiro andar primeiro?
            — Exatamente Chowder! — falou Jennifer — Mas não vamos nos separar, pode até parecer uma ideia ótima, mas essa mansão é enorme e corremos o risco de se perder.
            — Vamos começar com a porta da esquerda então — falei para os dois.
            Andando cautelosamente abrimos a porta e nos descobrimos na sala de Jantar, que por alguma razão inexplicável tinha um segundo andar. Na verdade era apenas como se estivesse contornando o local, mas mesmo assim era um segundo andar. Havia uma mesa gigantesca, com cadeiras um pouco distantes, digo, pelo que deu para perceber a distância é o suficiente para colocar os cotovelos na mesa e ainda sobrar um palmo entre uma cadeira e outra...
            Ao caminhar pelo local percebo vários quadros, porém nenhum retrato, apenas fotos e pinturas de horizontes e paisagens, ao final da sala, nos deparamos com uma lareira e logo em seguida com o brasão da família. Nele estava uma água com as asas abertas.
            — Caramba... — comentou Chowder — Para ter uma mesa tão longa assim, aqui devia morar muita gente...
            — É... 32 pessoas — disse Jennifer contando, ela estava com um papel em mãos.
            — Ei! O que é isso? Aonde você pegou isso? — perguntei á ela.
            — Na gaveta lá no meio... Parece um diário... E meio recente.
            — Consta data? — perguntei.
            — Não, pois esse não é o começo... Mas de acordo com o que está escrito o dono desse diário trabalha ou trabalhou na Umbrella.

4 comentários:

  1. Fala Duda, cara um conto, não vi o primeiro capítulo, mas o desenrolar é muito interessante, e você tem jeito pra escrever estórias, já fiz um conto por lá, mas faz muito tempo, tava pensando em retomar, e tenho umas ideias.

    Parabéns pelo texto, e vou acompanhar tua estória. Abraço.

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    1. Oi Paulo!
      Legal, não sabia que você escrevia contos no seu blog!
      Seria uma boa ideia retomar!
      Obrigado por acompanhar!
      Abraço

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  2. Bom dia :)
    Como vai?
    Não me lembro do 1º capitulo :O
    Mas gostei deste texto >.<
    Vejo que Jane e Tsu tão te dando altas idéias >.<

    Abraços cara e cuide-se

    RIMAS DO PRETO

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    Respostas
    1. Oi Sandro!
      Fico feliz que tenha gostado do Texto!
      Você viu? A história só melhora XD
      Abraços!

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