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terça-feira, 14 de agosto de 2012

BH - A Casa Maldita Capítulo 3

Pessoal, antes de começar com o post eu queria dar um pequeno aviso...
Adivinha quem vai na na Bienal do Livro nesta quinta dia 16???
Isso mesmo, Yo!
Vou tirar muitas fotos e ver muita coisa legal! E faço um post bem legal sábado OK?
Então vamos ao post...


3. Umbrella
            — E o que este “pedaço” de diário diz Jennifer? — perguntei.
            — Por favor, você não está falando com sua chefe ou algo do tipo, pode me chamar de Jenny... — falou Jenny olhando fria para mim.
            — O...k, mas enfim, o que isso fala?
            — Hum... Vejamos aqui...
            ... experimentos correm bem, as cobaias parecem reagir bem, apesar de que notei leves sinais de putrefação em alguns. Espero que não realizem antropofagia. Isso seria terrível para o desenvolvimento do experimento. Mandei o relatório para a Umbrella, espero que achem melhor continuar a desenvolver esse experimento. Afinal, não queremos que o desastre de Raccoon City aconteça novamente...
            — Acabou... — falou Jenny perplexa ao observar a folha.
            — Tem algo escrito no verso? — perguntei á ela.
            — Deixe-me ver...
            ... isso poderia complicar mais ainda a situação da empresa. Terei que concluir isso o mais rápido possível, não poderei ficar muito tempo por aqui.
            — Se for o que estou pensando... — falou Jenny sozinha — Mas seria mesmo? É tudo verdade mesmo?
            — O que é verdade? — perguntei.
            — Há algum tempo, ouvi rumores a respeito sobre esse tal desastre de Raccoon City.
            — Hum... Claro, todos ouvimos. Ouve um grande vazamento de gás e a cidade inteira explodiu! — falou Chowder como se fosse algo que todos soubessem.
            — Isso foi o que a mídia divulgou — falou Jenny — Mas eu já ouvi falar em algo relacionado a isso. Disseram que a Umbrella mantinha um laboratório clandestino na floresta de Raccoon City, por alguma razão, este vírus que estava sendo desenvolvido neste laboratório, chegou á cidade. O vírus transformava pessoas em antropófagos, canibais. As forças armadas não conseguiram conter o ocorrido e tiveram que explodir a cidade para que a contaminação não se alastrasse por outras cidades.
            — Isso é meio teoria da conspiração contra a Umbrella, não acha? — falei meio desconfiado.
            — Pode até ser... Mas faz todo o sentido! Olhe só! — disse Jenny apontando para o papel — Espero que não realizem antropofagia. Ele não poderia estar falando de outras criaturas á não ser humanos!
            — Por quê? — perguntou Chowder — Qualquer criatura pode ser um canibal!
            — Não um ser antropófago. — olhou Jenny séria, porém preocupada.
            — E o quê esses seres antropófagos tem de tão especial? — perguntou Chowder desconfiado de Jenny.
            — Antropo vem de homem, fagia vem de comer, alimentar-se — explicou Jenny.
            — Quer dizer então... — vacilei um pouco ao dizer isso — que se esse tal experimento apresentar sinais de antropofagia, quer dizer que ele começará a se alimentar de humanos?
            —Sim PJ... — falou Jenny séria.
            — Agora faz todo o sentido... —falei pensativo — Quando fiz um trabalho sobre Os Estados Unidos nos anos 90, a Umbrella estava sempre aparecendo, sempre, porém nesta última década, não se ouve mais nada a respeito deles.
            —A empresa fechou pela fama que recebeu devido á esse incidente? — perguntou Chowder.
            —Provavelmente sim... — disse Jenny pensativa — Qualquer empresa desapareceria após o que aconteceu. Minha pergunta agora é... Esse papel é velho, mas não aparenta ser tão velho assim a ponto de ter sido escrito nos anos 90... Esse diário que ficou aqui nesta gaveta... — disse Jenny alisando a gaveta, sentindo sua textura e todo os detalhes que ela tinha — Seria o relato de uma tentativa de achar uma cura para esse incidente ou para criar algo maior...?
            — Não sei... — falou Chowder se espreguiçando —Mas acho que não vamos conseguir achar as respostas se ficarmos aqui. Não há nada de especial ou espantoso... Você viu pelo menos as outras duas gavetas da cômoda?
            —Não... — falou Jenny como se tivesse visto as outras duas gavetas agora.
            Jenny tentou abrir a gaveta do meio, estava trancada e não havia sinal de chave nenhuma por perto. Porém ao abrir a última gaveta, encontrou apenas munição de armas. 3 cartuchos com 12 tiros cada. Sem pensar, pegou-os e entregou um para cada um.
            — Por que você nos deu isto? — perguntei estranhando-a.
            — A situação está ficando pior do que imaginava... — falou Jenny, a Umbrella não é uma empresinha farmacêutica qualquer, se esta foi a mansão de alguém que tem um alto cargo lá? Ou pior, de um cientista que faz os estudos nesta mansão... Se houver mesmo cobaias, que garante que elas não estão soltas pelo local?
            — Não temos armas Jenny — falou Chowder.
            — Eu sei... — disse Jenny colocando seu cartucho na mochila — Se encontrarmos uma arma, quais são as chances de encontrá-la totalmente carregada?
            Eu e Chowder nos entreolhamos, as palavras de Jenny foram absolutas.
            — Vamos? — disse ela abrindo a porta que ficava á direita da lareira.

4 comentários:

  1. Eduardo, tudo bem?
    Muito suspense envolvendo o desastre de Raccoon City, heim? Toda a trama muito interessante, também gostei da personagem Jenny, me pareceu bem determinada e que sabe de mais coisas...,acho que ela pode estar guardando algum segredo...
    Aguardando então a continuação.
    Beijos e ótimos dias!

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    Respostas
    1. Será Cissa?
      Veremos nos próximos capítulos :D
      bjs

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  2. Ai to super ansiosa pra ver as coisas da Bienal de SP. Ano passado foi aqui no RJ e eu não fui. Sobre o conto: Como pedi a parte 2 nem vou ler essa (sendo sincera). Quando eu ler tudo, eu comento sobre o conto! Volto em breve querido.


    Beijão, Sabrina. (www.spiderwebs.com.br) ♥

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