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sábado, 4 de janeiro de 2014

Dois-zero-um-quatro

Gostaria de iniciar este post com uma "simples" citação:

Surprise, Bitch... Bet you thought you'd seen the last of me. - MONTGOMERY, Madison.

 

  Então é isso. 2013 se foi e todas as minhas promessas lavadas junto com ele.
  Não acredita em mim? Então vejamos essa checklist com alguns itens de resolução de ano novo que eu não cumpri:
  • Terminar o livro Platina: O Início da Jornada S( ) N(x)
  • Fazer mais Posts que 2012 S( ) N(x)
  • Passar no vestibular S( ) N(x)
 Pensando nessas três grandes flopadas do ano, eu cheguei a uma conclusão: Nunca mais fazer resoluções de ano novo. Não é que eu não quero ser uma pessoa que vive a vida de acordo com o fluxo das coisas, e que não trace metas para a vida. Mas às vezes eu acho que a cara quebra menos no final do ano quando você vê faz o balanceamento do fim do ano sobre suas metas traçadas no início do mesmo. É como se aquela música da Simone que você escuta todo santo Natal pesasse mais na consciência do que alguém descobrir o que você fez no verão passado...

Simone comenta polêmica com música "Então é Natal..."

  Então eu espero quebrar menos a cara esse ano se eu não traçar nenhuma meta. E não é aquela velha história de ficar traçando metas que não se pode cumprir, é que nem sempre as coisas andam como você quer até porquê se isso acontecesse eu não estaria lamentando neste post, não é?.
  Para não dizer que eu não estou sendo totalmente idiota, tracei uma meta que não me fará quebrar a cara nesse ano: Trazer o blog de volta à vida. Pronto, eu consegui :) Viu gente, é simples e ninguém se machuca. Fora isso não tracei mais nenhuma meta. Então quando eu fizer o primeiro post de 2015 e começar a comentar sobre o quão o ano que se passou sambou de salto alto no ano passado eu ficarei feliz, pois eu cumpri minhas metas de ano novo!
  Sim, é uma estupidez do caramba, e eu espero que ninguém perceba a frustração estampada no meu rosto através deste post.
  Mas por via das dúvidas, eu acho que algumas metas não se cumpriram para me mostrar que talvez eu estaria fazendo uma das maiores cagadas da minha vida. Eu decidi escolher Arquitetura no vestibular como uma substituição, já que para mim prestar Artes Visuais era algo totalmente fora de cogitação. Mas eu aprendi que os vestibulares de humanas são como a Susana Vieira, eles não têm paciência para quem está começando, o que eu quero dizer com isso? Bom, qual é a razão de existirem provas de aptidão? Para explicar melhor, eu quero que você imagine o vestibular como uma série de peneiras, e que cada uma tenha os orifícios cada vez mais e mais apertados. Agora pense que depois de ter passado por duas peneiras, você ainda tenha que passar por mais uma, mais apertada ainda. E foi nesse instante que eu percebi que Arquitetura não era para mim, eu tenho noções básicas, mas ainda assim não é o que o vestibular espera de mim. Se eu quiser, eu posso fazer um cursinho de L.A. e tals, mas ainda assim... sei lá.
  Bom o que eu quero que vocês entendam é que, eu finalmente dei conta da bagunça que há dentro de mim. Eu só gostaria de ter dado conta disso um pouco antes...

  Tá e agora?
  Vou tocar a minha vida em frente, vou me esforçar no meu trabalho, vou ser um autodidata, vou combater a procrastinação, vou escrever meu livro, vou tentar não me decepcionar, não me estressar, não perder a cabeça, vou ler bastante, vou compor, vou cantar, vou gravar, vou ouvir músicas, vou desenhar, vou ser o Eduardo.

ミduardo

P.S.: Eu acabei de traçar metas para o meu 2014, que droga...