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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Como é possível que uma festa junina cause tanta reflexão em mim?


  Adoro títulos autoexplicativos e longos, um dia vou escrever uma música com um título bem grandão também. 
  Queria ter pego uma foto da Britney naquela infame festa que todo mundo sabe que eu estou falando, mas preferi pegar outra foto da Britney fazendo cara de cu. Enfim, vamos ao que interessa. Esse ano digamos que a crisma na igreja está cada vez melhor, temos jovens animados e tudo mais. Mas ainda não é disso que eu quero falar... "Então fala logo, caramba!" Mas eu preciso contextualizar, poxa!
  Enfim, já entramos na onda das festas juninas e como sempre, colocamos o pessoal para trabalhar ou na barraca da pesca ou atendendo o pessoal com as comidas no balcão. E ontem eu pensei que iria ajudar na barraca da pesca, acontece que já tinha crismando de mais trabalhando lá, ai eu pensei, tipo, beleza, então... Vou tentar curtir a festa e tals.
  Beleza... Corri para comprar um morango do nordeste porque aquela delícia de Deus acaba mais rápido que o trecho da Claudia Leitte na música da copa (La La La (Brazil 2014) na veia, We Are One (Ole Ola) na cadeia), comprei um pastel de queijo, um guaraná, tudo numa boa. Até mandei um correio elegante zueiro para uma menina aleatória por lá.
   Se não fosse por uma amiga minha eu tenho certeza que hoje a festa ia ser muito cu. Isso mesmo que você leu, cu.
  Nossa panelinha se dissolveu e eu fiquei só com essa amiga. Tipo, vira e mexe aparecia outra amiga para fazer companhia, (a da cestinha do correio elegante ~ cara, foi o R$1,00 mais bem investido do mundo mandando aquele bilhete zoeiro!) mas ela fazia um bate e volta, afinal tinha que andar por aí com a cesta. Enquanto eu dançava macarena (explico isso em outro post, por favor) comecei a refletir sobre o quão jovem sem sal nem açúcar, nem shoyu, nem nada eu sou.
  Tipo, eu não bebo nada alcoólico, vou para os lugares para me divertir e não sair por aí querendo "pegar as novinha tudo", e convenhamos que grande parte dos jovens que me cercam são um bando de manezões com conversas que dão mais sono que ouvir um Jigglypuff cantando. Não gosto de falar que sou mais culto que eles (como minha mãe disse), até porque eu não me considero culto e não gosto de me achar melhor que os outros.
  Mas sabe, é por essas e outras que eu tipo, por exemplo, fico de escanteio em quase toda festa que frequento. Não sou antissocial, muito pelo contrário, quem me conhece sabe bem (beeeeeeem) disso. Pelo fato de eu não conseguir me misturar com a massa jovem, me sinto deslocado. Isso não me incomoda, de jeito algum, mas é algo que me faz parar para pensar, que ou a massa tem algum problema ou sou eu. Certeza que sou eu, porque a massa está sempre certa.
  Anyways, estou me divertindo à minha moda, dane-se o resto.

ミduardo

2 comentários:

  1. Boa noite :)
    Como anda,cara?
    Cara,curti o seu post.
    Também não sou de beber e tal mas nem por isso você deve deixar de ser você mesmo na facul,no trabalho,nas festas...enfim.
    E esta estória ae da dança? kkkkkk
    Conta depois.

    Abraços
    Rimas Do Preto

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    Respostas
    1. Oi Sandro!
      Sempre na correria... e você?
      Exatamente, se não podemos ser quem somos, quem iremos ser?
      Hahahaha, a dança, bom, isso é assunto para outro post kkkkk
      Abraços!

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